05/02/2018

Memórias — Janeiro, 2018

Memórias é aquela postagem de final de mês, onde ficam guardadas as boas (e por quê não as ruins?) memórias que valem a pena contar ou simplesmente refletir e agradecer. Se quiser, segue lá no instagram (@igormedeiroz) para ver mais fotinhas (selfies são bem raras)!
Já faz uns bons séculos que não paro no final do mês para escrever sobre as coisas que aconteceram, mas como inicio de ano é inicio de ano e sempre nessa época do ano estamos revigorados: cá estou novamente tirando as teias de aranha dessa tag



Janeiro começou de uma forma tão não planejada, lá pelos morros da Chapada dos Veadeiros. Um inicio diferente rodeado de mato e pessoas que deixa o coração quentinho, desde esse início soube que o ano seria diferente.



Primeiro que colocamos realmente a mão na massa e criamos o Que seja nu (em breve vou falar mais sobre ele aqui), esse projeto tem me deixado louquinho, além de já ter feito 9 (nove!) ensaios em apenas um mês (socorr), existem outras muitas coisas que são inerentes a este e precisam ser feitas, aceito mãos-amigas.


É muito, estranhamente, bom não precisar ir todos os dias para a aula, no caso faculdade e antes disso ensino médio. Não lembrava como era delicioso chegar em casa com ainda  sol batendo na janela e tornar a noite (um pouco) mais produtiva — lavar roupa, editar fotos, escrever postagens para cá, editar mais fotos, começar um bullet journal. Estou gostando tanto dessa época de não estudar que quero prolongar isso por mais duas décadas, brincadeira, mas queria.

Mas é claro que Janeiro teria coisas ruins: meu celular quebrou, pela segunda vez. Decidi que não mais insistiria em manter um celular caro, no caso um IPhone 6s, resolvi engavetar o celular (para quem sabe um dia arrumar) e comprar um novo (agora um Android). Está sendo diferente, nunca mexi com esse sistema operacional, mas já posso dizer que estou amando ter tudo integrado e de fácil acesso — sem falar que o celular que comprei é 2x superior que meu IPhone e 2x mais barato também, seja-bem vindo custo-benefício.


Ficar sem celular me trouxe a ideia de em alguns dias "esquecer" o celular em casa e aproveitar os momentos em que poderia-estar-mexendo-no-celular para ler algo, observar ou escrever no caderninho que virou meu xodó. Tem sido uma experiência diferente — e segura, porque aqui em Brasília o negócio está louco.


Como viajei (vai ter um post sobre isso em breve) e ter feito algumas dívidas em Janeiro, as andaças se resumiu a museums que não entendi nada, torre de tv e entrequadras do Plano. Não foi de todo ruim, ficar sem dinheiro me fez perceber que 1. ser vegatariano não é tão caro quanto se pensa e 2. o lugar nem importa tanto e sim a companhia.

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