Uma carta para nunca ser enviada


São três horas da manhã, daqui a 30 minutos sei que não conseguirei mais manter meus olhos abertos. Depois de tanto pensar, de tanto imaginar e querer sentir - eu aceito dormir, cansado. Dormir tem sido uma salvação para acalmar o lado selvagem e a saudade, o beijo doce e a lágrima salgada.


Esse post pertence a este projeto, que é basicamente todo mês escrever uma carta de coração: falando de auto-descoberta, para alguém do passado ou um simples desabafo.

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