30/05/2016

Desculpa, mas vou pegar minhas coisas e ir embora


Lutei tanto para não ser pego desprevenido, consegui identificar de longe pessoas que me levariam ou que poderiam ou não me levar a sério, mas há um momento em que o mental simplesmente cansa e ignora o sentido de auto-defesa, precisamos de alguém. Mas creio que o grande problema tem sido gostar em ser pego de surpresa, sem a criação de expectativas, somente como algo que estava evoluindo a medida que permitíamos. E o problema em gostar é que logo entrego o meu melhor, sem esperar as luzes apagarem ou as velas acenderem, entrego meu sentimento à bandeja, fácil, mole e doce. 

No fim, descobri que você não estava disposto aos convites ao final de semana, as cartas não enviadas, as músicas cantadas e os poemas escritos. Talvez, eu seja intenso demais e não deixe você respirar, talvez eu tenha me preocupado demais todas as vezes que você desaparecia no meio da noite e eu não conseguia dormir por preocupação, talvez eu não tenha sido tão sincero ao dizer que queria levar isso a diante, que te tornaria meu homem, que te apresentaria aos meus pais ou que colocaria uma aliança no teu dedo. 

O problema não é com você, sou eu, sabe? Que me esforcei demais, sai mais cedo do trabalho, faltei o curso de inglês, faltei o almoço em família para ficar com você; me oferecia por inteiro e recolhi migalhas. Enquanto a cada dia me torno mais frio e sólido, você pode ficar despreocupado não vou atormentar com uma ligação no meio da madrugada dizendo que estou com saudade, nem vou aparecer na porta da sua sala de aula e noites de frio.

Como eu disse, a culpa é minha, que nunca se importou em gostar com intensidade e não exigir nada em troca, que sempre ignorou os conselhos de "vai com calma", não faz o meu estilo não ser intenso e não há como mudar pessoas como eu, amamos sem necessitarmos ser amados em troca, dei o meu amor por inteiro, enquanto, você só estava disposto a aceitar apenas metade, a culpa não é sua, a carga era realmente pesada para braços frágeis como os seus.

Por isso agora estou levantando e estou levando minhas coisas embora, não é justo lhe entregar algo que não estais preparado para segurar. 

28/05/2016

Resenha: "Na Estrada Jellicoe", de Melina Marchetta

Na Estrada Jellicoe
Melina Marchetta
Editora Seguinte, 2016
296 páginas
A pequena cidade de Jellicoe, na Austrália, vive uma guerra territorial travada entre três grupos: os estudantes do internato, os adolescentes da cidade e os alunos de uma escola militar que acampa na região uma vez por ano. Taylor é líder de um dos dormitórios do internato e foi escolhida para representar seus colegas nessa disputa.
Mas a garota não precisa apenas liderar negociações: ela vai ter que enfrentar seu passado misterioso e criar coragem para finalmente tentar compreender por que foi abandonada pela mãe na estrada Jellicoe quando era criança. Hannah, a única adulta em quem Taylor confia e que poderia ajudar, desaparece repentinamente e a pista sobre seu paradeiro é um manuscrito que narra a história de cinco crianças que viveram em Jellicoe dezoito anos atrás.
Há algumas leituras que você inicia assim: sem esperar nada, sem saber do que se trata ou através de uma solicitação maluca a base de comentários. "Na Estrada Jellicoe" foi um desses livros solicitados por recomendação, li, me perdi e senti vontade de ler novamente. Mas, por um momento, odiei esse livro. Um começo lento e um mundo totalmente desconhecido foi se apresentando de uma maneira a deixar o leitor totalmente perdido, somente após dois terços do livro que a história começa a se encaixar, fazer sentido e conquistar o leitor. 



A história é contada nas terras de Jellicoe, uma cidade australiana minuscula, que anualmente são travadas guerras territoriais entre três grupos - os citadinos (jovens da cidade), os cadetes (alunos dos colégio militar) e, por fim, os estudantes de uma escola de internado. Taylor é líder de um dos dormitórios do internato e responsável pela representação na escola em meio a guerra de territórios. Contudo, a história vai muito além da disputa entre adolescentes, Taylor contém um passado preciosíssimo, cujo foi abandonada pela mãe e recentemente também foi abandonada por Hannah, sua tutora e a mais próxima do que poderia ser uma, digamos, família. Mas antes de sumir Hannah deixa um manuscrito com a história de cinco adolescentes que viveram em Jellicoe, que possivelmente tem haver com as guerras territoriais e com o passado obscuro de Taylor.  



"Na Estrada Jellicoe" se conduz através dos seus personagens, a história inicialmente confusa, deixou-me um pouco aflito, contudo, os personagens intrínsecos e bem construídos me fizeram levar o livro adiante. Há uma construção muito boa de cada personagem aqui, tanto no presente quanto no passado, podemos observar os receios e desejos de Taylor, a fofura de sua amiga, as atitudes de uma mulher do passado e como várias coisas interferiram na vida da nossa protagonista. 

O ápice da narrativa se encontra exatamente na confusão da escrita, onde temos diversos contextos em apenas uma história, ao mesmo tempo que esta acontecendo uma guerra entre três grupos, a nossa protagonista tem que atuar como responsável pelas jovens da sua Casa (dormitório), com o passado, com um suposto serial killer e com o coração que está entre amor e ódio. Então, logo somos deparados com diversos sentimentos em uma narrativa de primeira pessoa, dentre os pensamentos da protagonista e diálogos de guerra, há também pequenas doses do manuscrito deixado por Hannah - fazendo que a história fique ainda mais sem pé e sem cabeça (juro que antes de terminar, tudo fará sentido).  
"Se você fechar os olhos, vai conseguir controlar sua própria escuridão."
Temos então um livro que aborda diversas temáticas - vícios, drogas, doenças psiquiatras, perda e conhecimento e reconciliação com o passado - enlaçado numa trama de guerra, passado e amor. Em resumo, é um livro forte e que vale a pena ser apresentado para leitores que gostam de uma boa dose de drama, suspense e algo próximo a um romance, é um livro que, em um primeiro momento, deixa o leitor perdido, mas com o tempo passa a tomar forma e criar certos vínculos entre a protagonista e quem a lê. Sem dúvida, uma ótima aventura escondida dentro de uma capa linda. 

26/05/2016

Resenha: "A História de Nós Dois", de Dani Atkins

A História De Nós Dois
Dani Atkins
Editora Arqueiro, 2016
352 páginas
Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada.

Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse.

Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal.

Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou...

Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?

Sabe uma daquelas surpresas boas que a gente tem na vida? Um exemplo, que todo leitor vai entender, é quando nos apaixonamos por um livro só por conta da capa bonitinha, da sinopse que promete uma boa história, e ao ler, acabar notando que fez uma boa escolha. Uma das melhores sensações da vida, né? E aconteceu comigo. E com esse livro aqui. A história de nós dois, que na minha opinião, deveria se chamar A história de nós três. Vou te contar porque.



A história é dividida entre o começo e o fim, capítulos em que somos apresentados a história no presente e no futuro. De uma forma muito legal, a autora conseguiu nos aproximar de Emma, uma mulher de 27 anos que decide dar uma pausa em sua carreira profissional e voltar para sua cidade natal, para ajudar o pai a cuidar da mãe, que sofre de Alzheimer. Ao voltar pra cidade, ela e o ex namorado do colégio retomam o namoro e noivam.
Logo nas primeiras páginas, acontece um acidente horrível com Emma e suas amigas de infância, Caroline e Ammy, na volta da festa de despedida de solteira de Emma. Graças a ajuda de Jack, um desconhecido que passava na estrada, elas foram resgatadas, porém não saíram ilesas do acidente. Depois da tragédia, foi traçado um novo rumo da vida de todos os envolvidos.

Seria de esperar que algum sinal, qualquer que fosse, marcasse o dia em que sua vida irá mudar. Deveria haver sinos tocando (bem, creio que mais tarde eles tocarão). Talvez devesse haver relâmpagos e um ou dois trovões.

Emma e o então noivo, Richard, decidiram adiar o casamento, enquanto Jack se tornou figura presente em sua vida. Em meio às tragédias, segredos do tempo que Emma e Richard ficaram separados foram sendo descobertos, o que abalou a vida de Emma, que já estava em conflito com seus sentimentos pelo seu salvador.



Durante toda a leitura, sentia certa agonia, de não conseguir decidir a vida da protagonista por ela. Se ela estava indecisa quanto a quem amava, eu estava três vezes mais. Um triângulo amoroso sempre requer da gente a decisão de que lado ficar, mas nessa história, confesso que foi bem difícil. Mesmo tendo concordado com a maneira que a autora encontrou de dar um fim na história, ainda fiquei imaginando outros possíveis finais, ideais martelando na cabeça de "e se ela tivesse ficado com ele?". É aquele tipo de livro que te deixa inquieta e que te faz refletir sobre a maneira correta ou qual seria o caminho certo a seguir, afinal. Nãos sei se eu teria a força e a capacidade de perdoar de Emma, a determinação e o amor de Richard, a paixão e o desejo de cuidar de Jack, mas sei que despertou uma vontade de ter um pouco dos três pra mim.

Lar é onde a pessoa que você ama vive.

24/05/2016

24 de maio, terça-feira, 21:48:28


Quantas vezes abri o bloco de notas com o desejo de escrever algo, mas quantas vezes olhei o indicar piscando, esperando uma resposta dos meus dedos, esperando por uma seqüência de palavras que não consigo transmitir para uma página em branco. É como, é como se eu tivesse perdido esse dom de me expressar, de colocar pra fora o que sinto, parece que essa exatidão para escrever é o reflexo de como estou: vago, liso, leve e vazio.

Já não me resta a prática de sentar, escrever, chorar e rir dentre palavras. Será que perdi o jeito? Gostaria de encontrar um motivo para não redigir textos de amor, reflexões e manter o diário. Espero que seja só uma fase - e é somente uma fase - não conseguir liberar, num escape, em formas de palavras tudo aquilo que sou e estou sentindo queimar por dentro.

O indicador piscando é o meu maior inimigo, quero enfrenta-lo, mas, agora, parece não ser uma boa hora pra isso.

19/05/2016

Resenha: "O que há de estranho em mim", de Gayle Forman

O Que Há de Estranho Em Mim
Gayle Forman
Editora Arqueiro, 2016
224 páginas
Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade.

Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão.

Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.
Galey Forman. Posso acabar por aqui, né? A mulher simplesmente não decepciona. E com essa história não podia ser diferente.
Gayle nos apresenta Brit, adolescente, indo para o penúltimo ano do colégio, cabelos coloridos, tatuagens descoladas pelo corpo, guitarrista e vocalista de uma banda chamada Clod e filha amada de pais super legais. Até que sua mãe começa apresentar sinais de loucura, acreditando que pessoas querem matá-la, relatando ouvir vozes e chegando até a sumir por dias de casa. O quadro não melhora, até que a mulher é diagnosticada com esquizofrenia. E é aí que a vida da protagonista, antes apenas uma adolescente preocupada em fazer shows com a banda e babar por Jed, um dos integrantes, muda radicalmente. E não de uma forma legal. A filha acaba perdendo a mãe pras garras de sua doença mental e sem a ajuda do pai, que era o único que tinha poderes para internar a mulher, não conseguia ver a esposa daquela forma e acabou abandonando-a. Me deixou perplexa e com um sentimento de impotência gigantesco. Não é fácil ser leitora nessas horas, a vontade que dá é de entrar na história, sacudir aquele pai confuso e sem perspectivas e dizer: "Ei, acorda! Vai ajudar a sua mulher. Tem jeito ainda, não perde as esperanças desse jeito!!!!". Arrrgh!



As coisas conseguem ficar ainda piores, o pai de Brit casa-se novamente e lhe dá um irmãozinho. A menina odeia a madrasta, apelidada por ela mesma de Monstro. Daí não podia sair boa coisa. A nova família faz planos pra Brit, sem que ela se dê conta e inventam uma viagem para leva-la até Red Rock, uma espécie de reformatório juvenil, que seu pai acreditava ajuda-la a curar sua "rebeldia". E então, somos apresentadas a Red Rock, com seus métodos cruéis e ilegais de terapia, uma prisão em que meninas com problemas de distúrbios alimentares, gays, ou qualquer outro caso visto como rebeldia pelos pais (que realmente acreditavam estar fazendo algo bom pelas filhas), eram internadas. A vida no reformatório era baseada em níveis, como uma escada, que te levaria para o sucesso e enfim de volta pra casa. É revoltante a maneira como são tratadas, expostas a situações desumanas e severas.

A reviravolta acontece quando Brit conhece V, Bebe, Martha e Cassie, que juntas se tornam o grupo "Irmãs Insanas". A história, a partir daí, toma um rumo mais alegre e envolvente, pois em meio aos muitos problemas, elas conseguem forças no apoio e colo umas das outras.

"Naquele momento de maior fraqueza,
Quando você se encontra abatida
E não consegue enxergar com clareza,
Achando que não há mais saída,
Que não tem mais gás,
Antes de ceder à escuridão,
Se você olhar pra trás vai encontrar a minha mão."

Me apaixonei por todas elas, me envolvi, me senti amiga de todas e um desejo no fundo do coração de que todas conseguissem sair bem daquela situação. A história com Jed também emociona e, pra ser franca, as citações a vagalumes sempre me faziam sorrir (quando ler, você vai entender do que estou falando). Algumas vezes, confesso, derramei lágrimas. Outras, o coração quase pulava do peito, de tão acelerado e em cada página relacionava com a realidade e me doía, quase fisicamente, saber que locais como o Red Rock existem de verdade e ler essa história pode me aproximar dessa realidade e entender, que algumas vezes nossos pais também erram, apesar de acharem que o que estão fazendo é pra nos ver melhores. Calorzinho no coração, sorrisos bobos e satisfação são sentimentos que ficam no pós-leitura. O poder da amizade, a força do perdão e a garra de vencer são as marcas desse livro, que como todas as outras obras de Gayle que pude ler, deixou marcas no meu coração.

17/05/2016

Uma sociedade de pessoas frágeis


Motivo de processo. Motivo de fobia. Motivo de preconceito. Motivo disso, motivo daquilo. Chegamos ao ápice da necessidade de catalogar tudo, criar conceitos para rotular e se basear em pequenas situações para se defender. 

Quero dizer que, chegamos numa sociedade extremamente sensível a ponto de qualquer coisa ser motivo para alguma coisa. As pessoas estão abusivas perante as outras, não há como expor opinião sem alguém vir com sete pedras na mão, não há respeito pelo não gostar de certa coisa.

Chegamos a um ponto que uma palavra errada é motivo para processo, que um xingamento é motivo de briga ou suicídio. O que quero dizer é que no meu tempo, há uns 6 anos atrás, eu era chamado de todos os nomes possíveis  por ter uma orientação sexual diferente dos meus coleguinhas, mas nem por isso corri atrás "dos meus direitos", não estou dizendo que deva ignorar os seus direitos garantidos, mas uma das leis da vida é saber quando lutar e quando recuar. Seria mesmo necessário fazer o esforço de ir ao tribunal, de ameaçar alguém só pelo fato de ter me chamado de viado? Desde novo aprendi a ignorar coisas que não me fizeram bem, outra lei da vida. Não necessitamos do que não nos faz bem. Deixo claro para não se abster calado, mas saber quando voz deve ser erguida.

Estamos a um ponto em que as pessoas se magoam por muito pouco, pessoas que criam vidas atrás de uma tela e não consegue transmitir isso na realidade, pessoas que só esperam acontecer da melhor forma sem dar a cara a bater. Está se formando uma legião de pessoas que não sabem se posicionar em relação a um relacionamento verdadeiro, que não sabe a hora de parar e a hora de avançar.

Há 6 anos as pessoas não se magoavam por uma visualização, por uma resposta imediata ou por aquela foto não postada. Há 6 anos havia mais sentimento, ainda há, mas mudou muito de lá para cá. As festas noturnas, as sociais com os amigos conseguem suprir a falta que temos de nós mesmos, mas sabemos que quando chegamos em casa desabamos por não estarmos felizes, por não sabermos lidar com as vertentes da vida e como refúgio colocamos o celular para carregar e ele não precisa terminar de carregar porque já estamos lá grudado escrevendo vários "kkkkk" sem ao menos estar rindo. 

As pessoas já não querem mais dar a cara a bater, não querem ser conhecidas pela sua fraqueza, as pessoas não querem mostrar o mundo que quebraram a cara com um relacionamento onde todo mundo falou que não daria certo. As pessoas não querem sentir vergonha  por quem elas foram algum dia.

15/05/2016

Para acabar com uma garrafa, um copo de cada vez

Essa semana começou diferente das outras e já estava esperando que acontecesse, sempre acontece em Abril: uma depressão, uma tristeza inexplicável e uma onda de desistência infinda. Nunca entendi muito bem o motivo de me sentir assim nessa época, que deveria ser boa.

Mas pela primeira vez resolvi declarar esse sofrimento para algumas pessoas próximas, relatar minha decadência e vontade de chorar. Acredite, me deparei com pessoas com problemas mais sérios que os meus e pude parar para refletir que não deveria incomodar os outros com os meus problemas, não há, infelizmente (ou felizmente), como alguém pegar os meus probleminhas, separá-los, organizá-los e resolvê-los. A única pessoa que pode resolver os problemas que giram em torno da minha cabeça, sou eu. Por isso, coloquei uma música para tocar e realmente parei para refletir e decidir algumas coisas daqui para frente. 

Meu maior problema é querer tudo pra ontem, quero que tudo se resolva da noite pro dia, quero aprender tudo no mesmo instante e não consigo entender (ou pelo menos não conseguia) que algumas coisas demandam tempo, esforço e foco.

Texto pela metade, de novo. Desculpem-me. 

14/05/2016

Five apps to learn English

To learn any language, English, Spanish or French, you have to live the language, and there are 3 things that you’ll have to learn about the language to become fluent – reading, writing and speaking. With that, you can use on your smartphone to help you, several apps to learn languages. Here I’ll show you five apps that, nowadays, help me.


Duolingo – this is an app because it splits its contains in categories like food, colors, animals and others. The level increases according with the level of learning. And the exercises work with pronunciation, writing and understanding.

HelloTalk – this is the app I use the most, just because we can talk to other people and knowing cultures and customs different from our. The app is easy to use English, because there are people who want to learn Portuguese, and the process of learning is based in exchanging informations.

Dictionary – this is a fundamental app. When you have a doubt, this is a great tool to solve it. There are more dictionaries offline with audio player.

Netflix – Without a doubt, it is the best app of all, Netflix is a stream resource of movies, documentaries and TV shows. If you configure the language and subtitle in English, you can read and listen at the same time while seeing the movie, it's a kind of Closed Caption.

Spotify – It's similar to Netflix, but with musics. Using the stream technology too, you can also read the lyrics while listening to the songs you like!
This post is part of a personal project to learn English if you want to read other posts click here.

06/05/2016

6 on 6: Maio

00.//nature

Esse mês decidi ir, finalmente, aos fundos da minha casa. Entrei com alguns amigos numa trilha e fomos parar na prainha do lago,;logo isso não poderia deixar de render fotos do pôr do sol. Deixo uma musiquinha que me deu saudade:

00.// Do Lado de Cá - Chimarruts
Se a vida às vezes dá uns dias de segundos cinzas
E o tempo tic taca devagar
Ponha o teu melhor vestido, brilha teu sorriso
Vem pra cá, vem pra cá
Se a vida muitas vezes só chuvisca, só garoa
E tudo não parece funcionar
Deixe esse problema à toa, pra ficar na boa
Vem pra cá
Do lado de cá, a vista é bonita
A maré é boa de provar
Do lado de cá, eu vivo tranquila
E o meu corpo dança sem parar
Do lado de cá, tem música, amigos e alguém para amar
Do lado de cá...


Confere as fotos lindas desse pessoal lindo:  Cris / Lucas / Luly / Maíra / Renatinha

04/05/2016

Outra dose de minimalismo resultando em layout novo

Eu não queria mudar de layout. Mas, mudei. Com o tempo vamos enjoando da identidade visual, vamos nos distanciando daquilo que criamos e um tempo depois já não mais nos identificamos ou realmente gostamos, isso vem acontecendo comigo desde alguns meses atrás. Eu amo meu blog, mas estava enjoado do layout, na demora para carregar e um monte de lixo que continha dentro do código.

Então lhe apresento o layout 006!



Eu sei que o layout não parece ter mudado tanto desde o anterior e de fato não consegui mudar cores da palheta, devido eu estar tão ligado ao minimalismo. Eu, não minto, tentei acrescentar cores no layout enquanto montava o PSD, mas simplesmente não consegui encaixar - isso também tem resulto nas minhas vestimentas, que são basicamente preto, branco e cinza (cores que me sinto confortável e que combina com meu tom, eu acho).

Com esse layout busquei colocar um código mil vezes mais limpo, resultando, finalmente, numa navegação rápida. Além de ter acrescentado algumas coisinhas que sempre quis usar - slide, postagens relacionadas e um layout inteiramente responsivo. 

Espero que tenham gostado, porque deu um tico de trabalho! 


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