24.2.16

Resenha: "Coroa Cruel", de Victoria Aveyard

Coroa Cruel
A Rainha Vermelha, volume 1.5
Victoria Aveyard
Editora Seguinte, 2015
232 páginas
Duas mulheres - uma vermelha e uma prateada - contam sua história e revelam seus segredos.
Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal - tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte.
Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta - e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.
Esta edição traz, ainda, um mapa de Norta e um trecho exclusivo de Espada de Vidro, o aguardado segundo volume da série A Rainha Vermelha.
Coroa Cruel é a junção de dois contos, em formato físico, referente ao mundo de A Rainha Vermelha, uma série escrita com maestria por Victoria Aveyard, e uma prévia do segundo livro da série, ou seja, esse "deve" ser lido após o primeiro e antes do segundo. Um desses contos já tive oportunidade de escrever, uma resenha totalmente dedicada para A Canção da Rainha - esse conto consiste em revelar a história da Rainha Coriane quando jovem e viva, por meio do seu diário sabemos todas as coisas que a princesa foi submetida ao se casar com o tão desejado príncipe. Já Cicatrizes de Aço consiste em narrar a história da nossa brilhante Farley, uma das líderes rebelde da Guarda Escarlate.

Há possibilidade de ler os dois contos gratuitamentes: A Canção da Rainha e Cicatrizes de Aço. Como dito acima, tive oportunidade de escrever uma postagem totalmente dedicada para A Canção da Rainha, para não ficar redundante vou escrever apenas sobre Cicatrizes de Aço, mas se quiser saber o que achei sobre o primeiro conto é sóclicar aqui.

Em Cicatrizes de Aço deparamos com Farley uma moça que aparece causando reboliços em A Rainha Vermelha - Farley é uma das líderes de um grupo rebelde que luta contra a opressão vivenciada pelos de sangue vermelho. Dividido em capítulos curtos e catalogado com diversos relatórios da guarda (o que por sinal é bem chato, confuso e até mesmo desnecessário - para mim), temos a percepção de uma protagonista muito forte, mas também muito sensível - que está lidando com o fato de deixar de ser apenas um soldado para ser uma líder de extrema importância e dar a cara a bater.

O mais gostei nesse livro é o fato dessa história acabar se encontrando com a história principal e tudo se encaixar perfeitamente - desde aparição de personagens como a distinção de acontecimentos. A escrita continua deliciosa, com personagens desenvolvidos à seu modo, o que só aumentar a vontade de ler a continuação.

Apesar das versões digitais estarem gratuitas, o livro tem um diferencial (primeiro que você pode cheirar) capítulos extras de Espada de Vidro (e segundo que você pode ter essa edição metálica maravilhosa toda trabalhada da Editora Seguinte), esse é um obrigatório livro para quem, como eu, tornou-se fã de Aveyard, há uma possibilidade muito grande de conhecer cada vez mais os personagens que rodeia o palco central e com certeza isso agradará muito os fãs.

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