26/02/2016

Resenha: "Academia Jedi", de Jeffrey Brown

Academia Jedi
Academia Jedi #1
Jeffrey Brown
Editora Aleph, 2015
176 páginas
O jovem Roan Novachez está ansioso! Agora que terminou a escola primária, tudo o que ele deseja é se juntar aos amigos na Academia de Pilotos. Mas seus planos vão por água abaixo quando ele descobre que foi rejeitado por essa escola e convidado a participar da “Academia Jedi”. Agora, sob a tutela do mestre Yoda e cercado por aliens, robôs e outros Jedi, Roan vai enfrentar todos os desafios comuns à idade, além de aprender diversas lições importantes, como utilizar a força, duelar com seu sabre de luz e o mais difícil: dançar com uma garota.
Acho que já deixei bem claro nessa resenha o quanto gosto do trabalho do Jeffrey Brown, que é contar por meio de quadrinhos muito fofinhos algumas histórias de um "mini universo expandido" de Star Wars. Logo quando o livro foi lançado já fiquei na expectativas enorme de ler, afinal, era uma história de verdade e não apenas pequenos fatos como nos outros volumes de Jeffrey. Academia Jedi é um livro muito encantador e possui uma ilustração ágil e performática para qualquer público, pode-se observar, por meio dessa obra, o modo muito delicado alguns fatos intrigantes e ao mesmo tempo engraçado acontecem com o nosso protagonista.


O sonho de Roan é ser piloto, estava prescrito na sua história já que o irmão e o pai pertencem a Escola Secundária Academia de Pilotos, mas é obvio que o sonho do menino não poderá se realizar quando ele percebe que não recebeu nenhuma carta de aceitação da escola, a única que ele recebeu foi a da Academia de Agricultura Tatooine - morrer plantando naqueles desertos.

Mas a vida do menino logo toma outro rumo, ele recebe inesperadamente uma carta de ninguém menos que Yoda, convidando-o para a Academia Jedi e conhecer tudo sobre os Jedis, treinamentos, técnicas, estudos, ferramentas e tudo que está na cultura desses salvadores. Como não sabe o que é ser um Jedi, ele aceita pois deve ser bem melhor do que ficar horas tirando poeira de Tatooine das roupas.

E logo ele encontrar os sacrifícios que terá que aturar para ser um Jedi.


Essa história é simples e muito fácil de ler, indicada para qualquer faixa etária, desde fã ou não da série. O enredo é bem desenvolvido e o leitor acaba ficando envolvido com as injustiças que acontecem com Roan e como ele consegue "quebrar" o gelo em capítulos mais densos - uma linguagem compreensível e animada durante grande parte do livro, não deixando o leitor perdido sobre o que é ser um Jedi.

Recomendo esse livro pois há uma aproximação a mais do que é ser um Jedi, nesse primeiro livro pouco se absorve sobre os Jedi, mas creio que os outros volumes com certeza excederão essa expectativa; sem falar que esse livro é lindo fisicamente, capa dura e um papel muito gostoso para ler.

24/02/2016

Resenha: "Coroa Cruel", de Victoria Aveyard

Coroa Cruel
A Rainha Vermelha, volume 1.5
Victoria Aveyard
Editora Seguinte, 2015
232 páginas
Duas mulheres - uma vermelha e uma prateada - contam sua história e revelam seus segredos.
Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal - tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte.
Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta - e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.
Esta edição traz, ainda, um mapa de Norta e um trecho exclusivo de Espada de Vidro, o aguardado segundo volume da série A Rainha Vermelha.
Coroa Cruel é a junção de dois contos, em formato físico, referente ao mundo de A Rainha Vermelha, uma série escrita com maestria por Victoria Aveyard, e uma prévia do segundo livro da série, ou seja, esse "deve" ser lido após o primeiro e antes do segundo. Um desses contos já tive oportunidade de escrever, uma resenha totalmente dedicada para A Canção da Rainha - esse conto consiste em revelar a história da Rainha Coriane quando jovem e viva, por meio do seu diário sabemos todas as coisas que a princesa foi submetida ao se casar com o tão desejado príncipe. Já Cicatrizes de Aço consiste em narrar a história da nossa brilhante Farley, uma das líderes rebelde da Guarda Escarlate.

Há possibilidade de ler os dois contos gratuitamentes: A Canção da Rainha e Cicatrizes de Aço. Como dito acima, tive oportunidade de escrever uma postagem totalmente dedicada para A Canção da Rainha, para não ficar redundante vou escrever apenas sobre Cicatrizes de Aço, mas se quiser saber o que achei sobre o primeiro conto é sóclicar aqui.

Em Cicatrizes de Aço deparamos com Farley uma moça que aparece causando reboliços em A Rainha Vermelha - Farley é uma das líderes de um grupo rebelde que luta contra a opressão vivenciada pelos de sangue vermelho. Dividido em capítulos curtos e catalogado com diversos relatórios da guarda (o que por sinal é bem chato, confuso e até mesmo desnecessário - para mim), temos a percepção de uma protagonista muito forte, mas também muito sensível - que está lidando com o fato de deixar de ser apenas um soldado para ser uma líder de extrema importância e dar a cara a bater.

O mais gostei nesse livro é o fato dessa história acabar se encontrando com a história principal e tudo se encaixar perfeitamente - desde aparição de personagens como a distinção de acontecimentos. A escrita continua deliciosa, com personagens desenvolvidos à seu modo, o que só aumentar a vontade de ler a continuação.

Apesar das versões digitais estarem gratuitas, o livro tem um diferencial (primeiro que você pode cheirar) capítulos extras de Espada de Vidro (e segundo que você pode ter essa edição metálica maravilhosa toda trabalhada da Editora Seguinte), esse é um obrigatório livro para quem, como eu, tornou-se fã de Aveyard, há uma possibilidade muito grande de conhecer cada vez mais os personagens que rodeia o palco central e com certeza isso agradará muito os fãs.

22/02/2016

Amianto














Esse é o primeiro set de cinco, feitos com muita risada e carinho. A busca por algo mais profundo, íntimo, sensual e levemente fofo foi o ideal para estas primeiras fotos do dia.

Modelo: Luisa Brito.
Maquiagem e figurino: Moacyr Oliveira

21/02/2016

52 weeks project NO. 5


Tivemos uma mudança repentina essa semana, tudo começou a melhorar e uma luz no fim do túnel apareceu. Ontem comprei algumas coisas que eu estava há anos querendo comprar, agora estou super pobre - o que não é novidade, não é amigos? 

Estou me jogando de cabeça dentro de um projeto maravilhoso, teremos falatório disso em um próximo capítulo. Hoje se resume em organização virtual, escrever resenhas e escrever as próximas páginas desse blog que tá esquecido. 

Me desculpem o sumiço nos últimos meses, voltarei com tudo. 

18/02/2016

Eu nasci para


Não sei, amigos. Eu não sei para o que eu nasci, para o que realmente nasci.

Mas de uma coisa tenho certeza, nasci para fazer as pessoas bem, para fazer elas rirem das minhas idiotices, das minhas manhas, nasci para ver o sorriso do meu irmão quando coloco ele de cabeça para baixo, para abraçar a minha mãe quando ela está com saudade, para dar um beijo molhado e um conforto apertado em quem precisar. 

Nasci também para fazer algumas pessoas chorarem, nasci para meu ex-namorado mudar suas expectativas, nasci para machucar e oferecer experiências. Nasci para aprender que cortar os braços não livra as dores do coração, nasci para que os problemas e os tormentos não somem ao deitar a cabeça no travesseiro, mas apenas quando enfrentamos.

Nasci para beijar e ser beijado, cheio de gula e vontade. Nasci para apaixonar e desapaixonar, para ferir mas também curar, para chorar e perdoar. Nasci para me encontrar ao encontrar outras pessoas e fazê-las se auto-encontrarem. Nasci para mostrar um brilho natural que cada um tem - e beleza física não entra nesse quesito. 

Nasci não apenas para mim, mas para os outros também. Dizem que em primeiro lugar devemos colocar a nós mesmos, mas não faz tanto sentindo não fazer os outros felizes, não faz sentindo querer ser amado e não amar em contrapartida, não faz sentido nascer para brilhar sozinho, sem amigos, sem família e as vezes até sem si próprio. 

Nasci para aprender que são as pequenas coisas que faz felicidade, é a flor de origame do primeiro cafajeste, é a dedicatória de um livro, é a rosa seca enquadrando um sentimento, é o sorriso sonolento da sua tia, o beijo sem jeito de um bebê, é ver você ajudando alguém que tem um sonho. 

Nasci para nada e para tudo, nasci para isso, ò, que chamam de vida. 

16/02/2016

Resenha: "Steve Jobs - Insanamente Genial", de Jessie Hartland

Steve Job - Insanamente Genial
Jessie Hartland
Editora Seguinte, 2015
240 páginas
Com uma narrativa ágil e divertida, esta biografia em quadrinhos apresenta a figura rebelde e carismática de Steve Jobs para uma nova geração de leitores, além de cativar os fãs que vivem e respiram toda a tecnologia criada por ele: a Apple, a Pixar, os Macs, os iPods, os iPhones e muito mais.

Jessie Hartland mostra como Jobs foi um visionário, sem deixar de lado os demônios que o acompanhavam. Destaca os sucessos meteóricos, os retrocessos devastadores e as inúmeras contradições que resultaram numa vida extraordinária e no legado de um homem insanamente genial.
Nunca fui fanboy boy da Apple, na verdade apenas ano passado pude realmente conhecer o produto oferecido por essa marca conhecidíssima - e cara. Após ter o meu primeiro IPhone, logo senti uma conexão que deveria ter sido estabelecida há séculos - um design maravilhoso, clean e um sistema muito organizadinho - bem que burocrático, também. Sempre soube que a Apple tem um marketing maravilhoso; Jobs é considerado um dos mais mais influentes desde o século passado em ramos de marketing e tecnologia, graças a este homem tivemos bastante pontapés na área tecnológica e foi esse motivos que me cedi à uma biografia, um gosto literário que ainda não aprendi apreciar.

Se não me engano essa é a minha terceira ou quarta biografia e digo que fico bastante feliz em encontrar biografias contadas em quadrinhos, como esse aqui do meu amado Elvis. Não conheço muito sobre Steve Jobs, mas Jessie Hartland conta através de uma biografia divertida várias coisas tendenciosas da vida de Jobs e sobre sua principal criação - a Apple.

A obra é divertida e contém diversos recortes da vida de Steve Jobs, todas colocadas cronologicamente, mas não necessariamente sequenciais: o livro se começa com Jobs pequeno, passando pela fase adolescente, jovem e mais tarde adulta - Jessie Harland teve um cuidado extremo na construção desse personagem, quando você repara nos detalhes e informações sobre tal, colhidos e apresentado de forma dinâmica e enxuta.

O cuidado de Jessie foi incrível, ela consegue abordar em poucos quadrinhos diversos significados explicando sobre os "investimentos" de Jobs e o que se passava na época, através de infográficos. Fica claro que Jobs apesar de maravilhoso no mundo tecnológico, não era tão maravilhoso assim no mundo "real", na obra é citado seu envolvimento com drogas, o fato de ser extremamente chato para trabalhar e outras coisas menos gloriosas e que tornam esse homem tão homem.

Insanamente Genial é um livro escrito carinhosamente por uma pessoa que estudou bastante para criar algo característico, embelezando uma obra com fatos verídicos tanto feios quanto bonitos, mostrando, por exemplo, o cuidado (e a chatice) que Steve teve com a criação de sua marca - desde a construção da logomarca como as bordas arrendondadas dos seus aparelhos. A linguagem é deliciosa e o livro acaba sendo muito fácil de ler (li em um dia).

Gostei bastante do trabalho maravilhoso de Jessie. Temos aqui uma biografia simples, nua e com fatos importantes de vida de Jobs, recomendo para qualquer um que goste de Jobs ou simplesmente queira saber as decisões que esse homem tomou para trilhar esse caminho (por exemplo, ele foi expulso da Apple).

14/02/2016

A formiga

Uma pequena reflexão para um domingo.


:)

52 weeks project NO. 4


Essa semana foi um mistifório de levanta, cai, chora, levanta, cai e chora. Porém persisti mesmo assim em manter as coisas leves quando tudo estava desmoronando por aqui, consegui com a ajuda de Mister K comer um sushi e parar em alguns pontos para conversar e sorrir, mas a tristeza sempre volta quando se está sozinho, espero que passe logo.

Pessoas que eu admiro

ㅤ• Pessoas que se amam e se aceitam da forma como são. É algo realmente muito difícil se encontrar hoje em dia, é um processo lento e simplesmente pessoas que se encontram e começam a se amar, me faz admira-las pelo simples fato de isso ser incrível.
ㅤ• Pessoas que ajudam as outras. ETUS!
ㅤ• Pessoas que não usam atalhos para crescer na vida - quando digo atalhos me refiro à usar pessoas, mentir e fazer de tudo para passar "por cima".

Um beijo, até domingo com mais fotos!

10/02/2016

Sou homofóbico sim

E é meu direito. É meu direito não gostar de homossexualidade bem como repudiar cenas românticas entre casais do mesmo sexo. E isso está garantido, não sou obrigado a gostar de alguém e apoiar. Nasci em uma sociedade onde a cultura foi dada ao princípio: homem e mulher. Estou cultuado numa religião que não aprova ato sexual antes do casamento quanto ir a cama com alguém do mesmo sexo e, simplesmente, está tudo bem. Sou homofóbico sim, não vou negar e até morrerei com essa opinião formada desde criança, ninguém muda. 

Sou homofóbico sim, mas isso não justifica sair com um crucifixo na mão e esfrega-lo na testa do homem que beija outro homem, não faz jus a mim, homem de Deus,  usar o nome Dele para saciar o meu ódio, raiva e nojo. Cada ser com seu pecado, já tenho os meus, que por sinal são pesados demais para ir em procura de gays pecaminosos. Não faz jus a mim distorcer as palavras bíblicas a meu favor, chego a desobedecer meu pastor: que declarou caça aos gays! Deus que faça a justiça com a próprias mãos, quero salvar minha alma. 

Ser homofóbico não me da a permissão de colocar a força na balança, provar para minha namorada o quanto eu sou macho e achar que estou colocando a sociedade em um patamar melhor. Felizmente ser homofóbico não faz eu ser estúpido em ter que olhar tordo, xingar ou bater, aprendi que desde cedo a respeitar; não é por não gostar de certa coisa que eu deva fazer justiça com as próprias mais. Quem sou eu para agredir alguém? Quem és tu para agredir alguém? Estúpido. 

A sociedade não lhe obriga a gostar de nada e está tudo bem em não aprovar relacionamentos homossexuais, contudo, deixe essa opinião guardada dentro de você - não saia agredindo, xingando e achando que poderá mudar o mundo com as suas poucas e inúteis ofensas.

Não procure a solução no mundo por causa de Deus, procure apenas a tua salvação. E os gays? Para o inferno, se assim for. Mas não cabe a tu, estúpido, fazer a justiça de Deus, muito menos colocar em prática seus sentimentos e desejos quando pode interferir nos sentimentos e desejos de outrem. 

Não cabe a mim, o homofóbico, perder tempo com a vida alheia. Não  há problema em ser homofóbico e em não gostar, o problema é não saber onde está o controle, em não respeitar e achar que o ego machista é o reinante. Não cabe a tu, filho da puta, tirar a vida de alguém. Sou homofóbico sim, mas não dono de vidas.

08/02/2016

Super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói


Semana passada tive oportunidade de ir ao CCBB ver o trabalho da Patrícia Piccinini, ComCiência que tem como objetivo trazer a questão das mutações genéticas para o território da arte, a artista australiana Patricia Piccinini se utiliza do realismo como linguagem, apresentando ao espectador um universo de criaturas desconhecidas, porém palpáveis e surpreendentemente afetuosas. ComCiência, um neologismo que carrega sentido duplo, conectando consciente e ciência, propõe ao público um percurso narrativo entre esculturas, desenhos, fotografias e vídeos.

Super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói

ㅤ• Ficar invisível.
ㅤ• Telecinese.
ㅤ• Transmofismo
ㅤ• Intagibilidade.
ㅤ• Agilidade.
ㅤ• Teletransporte.

06/02/2016

6 on 6: Fevereiro

Pelo jeito estou indo certo, no dia certo. Em janeiro iniciei o projeto 6 on 6 com um grupo maravilhoso. Semana passada me juntei com alguns amigos para tirar fotos, no esporte tivemos ótimos resultados, abaixo apresento algumas fotos!




Tem mais fotos por vir ai, aproveitei o 6 on 6 para fazer minha primeira ~manipulação~ de imagem e o resultado ficou até bom na orelha de elfo. Acho que estou melhorando cada vez mais minhas técnicas fotográficas, estou super animado com os benefícios que o 6 on 6 está me forçando a ter.

Maíra // Lucas // Luly // Renata // Ana

03/02/2016

As coisas mais difíceis num relacionamento amoroso



Semana passada foi minha última semana de férias, buá. Mas aproveitei bastante e uma das coisas que aprontei foi subir no telhado de uma amiga para tirar fotos (em breve terão fotos aqui, prometo). Eu sei que essa era para ter saído domingo, mas hoje é uma quarta. A próxima é domingo!

As coisas mais difíceis num relacionamento amoroso

ㅤ• Confiar.
ㅤ• Abrir mão do seu espaço.
ㅤ• Gostar das mesmas coisas.
ㅤ• Se ver com muita frequência.
ㅤ• Fazer durar.
ㅤ• Haver sinceridade.
ㅤ• Entender.

Latest Instagrams

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