Resenha: "Os Molambolengos", de Evageline Lilly

Os Molambolengos
Evageline Lilly e ilustrado por Johnny Fraser-Allen
Editora Aleph, 2015
48 páginas
Selma é uma garotinha esperta, mas muito mimada. Um dia Selma encontra, por acaso, uma colorida banda de marionetes, Os Molambolengos, que vão ensiná-la que nem sempre as coisas acontecem do jeito que ela quer.
Evangeline Lilly é mais conhecida por seu trabalho como atriz, mas sua paixão mais antiga é a escrita. Os Molambolengos é seu primeiro livro. Ilustrado por Johnny Fraser-Allen, essa excêntrica e visualmente encantadora fábula vai agradar tanto crianças quanto adultos.
Quando recebi Os Molambolengos olhei para ele e disse: "puxa, que edição maravilhosa, que cores maravilhosas, que ilustrações maravilhosas" e o melhor de tudo é que a pequena história também é maravilhosa com bastante suspense e um quê de ensinamento.





Evangeline Lilly é a Kate de Lost, Tauriel de O Hobbit e Hope van Dyne de Homem-Formiga. Os Molambolengos é o primeiro livro da atriz, a história é contada totalmente através de rimas, suspense e marionetes muito medonhas, contudo, não há como eu contar a história, se não daria mais spoilers do que a sinopse.

Esse é um livro que qualquer um irá gostar. Johnny Fraser-Allen com suas ilustrações sombrias dá um toque especial a está história, que por sinal é muito bem escrita, porém por ser um pouco assustador não sei se tenho coragem para mostrar para meu irmão de três anos, vou esperar ele crescer mais um pouco para mostrar essa história - já que ele também é um menino muito mimado.





Os Molambolengos é um livro que deixa a dúvida se existirá outros volumes por parte de Evageline (espero que sim!), todo e qualquer leitor vai adorar ler esse livro, pois trás aquela lembrança de histórias para amedrontar (como o homem do saco, bicho papã, etc) crianças birrentas e "malvadas". Adorei a experiência de conhecer cada um da trupe Molambolengos e da ilustração maravilhosa de Johnny, recomendo muito: um livro lindo para se ter na estante!






Quase esqueço, parabéns Editora Aleph pelo incrível trabalho de sempre! 

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