31/12/2015

Livros lidos em 2015

Janeiro:

01. As estranhas e belas mágoas de Ava Lavander - Lisley Walton
02. Por lugares Incríveis - Jenniver Niven
03. O grande Ivan - Katherine Applegate
04. Voos e Sinos e Misteriosos Destinos - Emma Trevayne
05. Quadrinhos de Gelo do Eremita do Icerberg - Diego Marinho
06. A Ascensão das Trevas - Morgan Rhodes
07. Os Miseráveis - Victor Hugo
08. O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman

Fevereiro:

09. Fim - Fernanda Torres
10. 13 incidentes suspeitos - Lemony Snicket

Março:

11. Scott Pilgrim Contra o Mundo, vol.2 -Bryan Lee O'Malley
12. Geek Love: O Manual do Amor Nerd - Eric Smith

Abril:

13. A Cabeça do Santo - de Socorro Acioli
14. A Cidade Murada - de Ryan Graudin
15. Eu sou o número quatro - Pittacus Lore

Maio:

16. Maus - Art Spiegelman
17. Uma Página de Cada Vez - Adam J. Kurtz (um cara qualquer)
18. A Grande Caçada - Dan Smith

Junho:

19. Cordeluna -Élia Barceló
20. Trilogia Thrawn: Herdeiro de Imperio - Timothy Zahn
21. As Virgens Suicidas - Jeffrey Eugenides
22. Dois Irmãos - Fábio Moon e Gabriel Bá
23. A Herdeira - Kiera Cass

Julho:

24. Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
25. Bloodlines: Coração Ardente - Richelle Mead
26. Persépolis - Marjane Satrapi
27. Mentirosos - E. Lockhart
28. Jogador Nº 1 - Ernest Cline
29. O nome do vento - Patrick Rothfuss

Agosto:

30. A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard
31. Sombra do Paraíso - David S. Goyer e Michael Cassutt
32. A Canção de Alanna: A Primeira Grande Aventura - Tamora Pierce
33. Darth Vader e o Filho - Jeffrey Brown
34. A Princesinha de Vader - Jeffrey Brown

Setembro:

35. O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry
36. Zac & Mia - A. J. Betts
37. Encruzilhada - Kasie West
38. Para Continuar - Felipe Colbert
39. A Playlist de Hayden - Michelle Falkoff

Outubro:

40. Sombras do Império - Steve Perry
41. CyberStorm - Matthew Mather
42. Trilogia Elenium: O Trono de Diamante - David Eddings
43. Renovo: o poder de se reinventar - Fernando Moraes

Novembro:

44. Os Bons Segredos - Sarah Dessen
45. O Príncipe Congelado - Raigor L. Ferreira

Dezembro:

46. A Canção da Rainha - Victoria Aveyard
47. A Bailarina Fantasma - Socorro Acioli
48. Os Molambolengos - Evageline Lilly
49. Academia Jedi - Jeffrey Brown
50. Sombras da Primavera: A Maldição do Mago - Keila Gon
51. Vango: Entre o céu e a Terra - Timothée de Fombelle
52. Star Wars: Uma nova esperança - George Lucas
53. Eu sou a lenda - Richard Matheson

Confira também: 2014 / 2013

Para o inferno todo o seu medo e sua frieza



Para o inferno.
Todo o seu medo.
Toda sua frieza.

De tempos em tempos fico vagando numa rede social, discutindo sobre o amor, sobre se doar e porquê está tão difícil namorar hoje em dia. Realmente é difícil dar a confiança a alguém que conhecestes pela internet, por um aplicativo amoroso ou num lugar singelo. Creio que vários fatores influenciaram os jovens de hoje em dia, desde o processo capitalista às experiências primárias do amor.

Dificilmente o primeiro amor de nossas vidas é o que iremos casar, ter nossa casa e filhos. Na verdade, é o que irá te dar a maior decepção, dor e frustração. Depois desse estamos realmente preparados para conhecer alguém, tomando os devidos cuidados. De cuidado em cuidado, fica o medo. Se não o medo, a frieza.

Quem vos escreve tem duas experiências de namoro, uma onde foi medroso e frio e, uma onde se entregou de coração. Sem sombra de dúvidas a segunda experiência foi a melhor, porque se tu fazes algo com medo e incompleto, tu não sentiras da maneira certa. É o jogo do retorno. Tu ama para ser amado. Se tu não ama, tu quer amor? As pessoas ficam muito presas no mundo confortável e "seguro" que elas criam, depois ficam se sentindo incompletas e reclamando disso.

Para o inferno todo o seu medo e sua frieza.

Imagina que você sofreu, abriu-se um buraco no seu coração e decidiu que não vai e doar para mais ninguém simplesmente por precação. Agora imagine tu em outra forma, uma que sofreu, se recompôs e se doou novamente. Sentiu a diferença? Na segunda você deu-se a oportunidade de ser feliz com alguém por tempo indeterminado e dar chance a outra pessoa - totalmente diferente daquela que te fez chorar. Se você se trancar dentro de si com medo dos homens, teu tempo passará e poderá perder oportunidades únicas de ser feliz por tempo indeterminado com várias pessoas - ou uma pessoa. Quem perde? Tu ou eu? Porque já comecei a me entregar de olhos fechados, dói no final, mas é bom, compensa.

Eu choro, grito, tremo e meus amigos me seguram. Obrigado, queridos.

Pronto coração sarado e louco para o próximo risco.

Tem funcionado assim para mim, não mais me fechar dentro de mim mesmo, não mais temer ser machucado, não mais segurar o choro. É ruim? É, mas é bom também. É bom poder contar história, ter experiência, ter cuidado. É bom se apaixonar, contar besteira, passar noite em claro. Não há como abrir mão disso só por causa de uma feridinha no coração - às vezes pode ser uma puta merda de ferida, mas cura amigo, certeza.

Por isso digo para tu mula azeda, quando alguém aparecer sorrindo bobocamente para você e dizendo que quer te amar, deixe ser amado, deixa-se confiar e se apaixonar. Provavelmente você irá se machucar, mas tu não podes ter razão ou dúvida disso, porque não há como saber. Vida é loucura, sendo dura só pra quem é mole. Vai tu pro inferno se acha que é legal guardar teu amor do mundo.

29/12/2015

Rolling In The Deep

Eu acredito que quando estamos ruim, sempre devemos procurar fazer as coisas que gostamos, conversar com quem amamos. E por isso, ficou decidido com Rachel-Rachel que nosso ensaio tão adiado aconteceria hoje e aconteceu.

Acho que nunca procuramos um tema, apenas queríamos tirar fotos legais. O fato é que não dá apenas para sair por aí tirar umas foto. A foto por si só é a extensão de algo verídico e na hora h eu e Rachel-Rachel decidimos colocar uma música para revelar sentimentos, já estava provido que seria relacionado à perda, dor e ressentimentos. E foi. Mas também não foi, porque entre essas fotos desoladas aqui em baixo houve muita risada e descobrimos que devemos dar valor a tudo, tanto para coisas boas quanto para ruins. Aprendemos recentemente com outras pessoas um pouco de desolação e rejeição, talvez essas fotos demonstre um pouco disso, pois sempre estaremos sujeitos à isso, ao desconhecido.




















Dá desconto que ainda estou aprendendo.

Modelo: Raquel Dálete
Fotografia e edição: Igor Medeiroz
Playlist: Halsey & Aurora

28/12/2015

Abra a alma, o corpo, coração e


Das coisas que adoro fazer.

Passei algumas das primeiras horas do meu recesso produzindo algo que eu estava sentindo, algo simples e que falasse. Sr. Wel disse que está faltando alguma coisa, ele não sabe e muito menos eu. Talvez na arte sempre fique faltando alguma coisa mesmo.

Deixa eu ir tirar pó das fotografias desse computador.

A Roman Marble Head of Aphrodite / Source Sans Pro Bold / Google Images

27/12/2015

Há um oceano de lágrimas dentro dos meus olhos dizendo que

Junto com as coisas boas, as ruins adam de mãos dadas. Essa é uma história bem antiga: você machuca o coração de alguém e outro alguém machuca o seu. Nada intencional, porém doloroso.

E eu sinto uma dor enorme, da qual talvez essas palavras que escrevo acalmem os demônios. Amigos, quando você se apaixona é algo tão gostoso e forte que não deveria ser cortado na metade, deveria ser um sentimento de ser sentido até o fim; até o lado bom for menor que o ruim. Amigos, escrevo nesse teclado com muitas lágrimas no rosto o que coração, talvez a mente e o subconsciente estão sentindo nesse momento: o pior de tudo é que era bom, na verdade, muito bom. Todos aqueles beijos, as mãos dadas, a vergonha, os segredos e o íntimo.

Amigos se existe coração ele foi feito para ser sacrificado, porque de sacrifício em sacrifício algo de bom há de se extrair. Por agora não entendo isso, porque dói como se eu fosse uma casca de ovo que se quebra fácil; é como se nada pudesse curar a ferida que arromba meu peito. É como se nada fosse capaz de fazer esquecer uma pessoa, esquecer a fala, a barba, o sorriso, os olhos, os dedos entrelaçados, a imperfeição.

E é nesse momento que você começa amar alguém, quando você olha para o lado bonito e para o feio. Para as boas característica e para as más. E amigos, acreditem, eu comecei a olhar para os lados negativos, feios e errôneos e, te digo, me apaixonei. Eu me entreguei. Eu aceitei todos, porque essa é a primeira etapa para amar alguém e eu estou pronto para amar.

Mas como qualquer outro, eu tenho falhas. E falhas passadas comprometem o futuro.

E por isso digo coração foi feito pra sofrer.

Amigos, eu estou apaixonado. Eu estou muito apaixonado. Meu coração arrebentado. Alguns de vocês nem entendem minha estupidez, mas hão de entender o que sinto nesse momento, é algo tão forte que meu corpo treme e eu mordo os lábios achando que isso vai melhorar. Aperto os olhos para as lágrimas pararem e me encolho na cama. Melhora, mas a ferida, a facada e a escuridão são grandes e te seduzem: você apenas sofre como uma criança com medo do bicho papão.

Voltando a falar de sacrifício, gostaria de deixar claro que eu me entreguei de alma, coração e corpo. Apostei as fichas que tinha e criei expectativas, planos, sonhos - tudo à cor, sorriso e calma. Criei beijos nos meus sonhos, abracei cada detalhe, intensidade e satisfação. Me sinto incompleto porque quero mais daquilo, quero mais daquele beijo, quero mais daquele cheiro que me vicia, me excita e me faz querer sempre mais. Amigos, quero ser beijado forte e ganhar cosquinhas na barriga, quero poder dançar aquela música que considerei nossa. E não posso ter, infelizmente.

E por isso digo coração foi feito pra sofrer.

Mas não há solução, quem busca um amor sabe como é, sabe que é dolorido esse caminho, sabe que dá uma vontade de implorar pra voltar, contudo sabemos que dos sentimentos alheios não tomamos conta; agora é aproveitar esse momento, lembrar das coisas boas, do primeiro mês de namoro, das loucuras, dos sorrisos, dos cochichos e deletar as fotos. Não há nada de errado nisso amigos, em buscar sofrer um pouco, pensar nos erros e nos e se... Eu não teria feito diferente; não teria porque talvez tudo deva acontecer dessa forma, talvez esse menino precise me fazer chorar, precisa me fazer cair de joelhos e pedir para essa dor acabar. Eu sei que boas histórias vou contar, porque amigos eu só tive história boa com esse rapaz, ele me amou à sua maneira e eu me senti amado. Acabou, mas além da cicatriz algo ficou.

E eu sou imensamente grato à isso. 

24/12/2015

Resenha: "Dez coisas que aprendi sobre o amor", de Sarah Butler

Dez coisas que aprendi sobre o amor
Sarah Butler
Editora Novo Conceito, 2015
656 páginas
Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade?
Dez coisas que aprendi sobre o amor conta a história de dois protagonistas, o livro é contado em primeira pessoa alternadamente pelos protagonista. O livro é divido capítulos curtos e com listas, sempre listas com dez coisas - por parte de ambos personagens, sim, é algo que eles têm em comum.

“Uma vez que tenha me apaixonado, acho quase impossível me desapaixonar; aprendi isso sobre mim mesmo. Não é algo que torne a vida mais fácil.”

Primeiro conhecemos Alice, uma jovem inquieta que ama viajar e ficar longe de casa, pelo simples motivo de nunca ter se encaixo a sua família, sempre se achou uma estranha. Mas quando o seu pai adoece e está perto da fase final da vida, ela percebe que deve retornar a casa dos pais para acertar e desmanchar esse sentimento. Contra partida, há Daniel, um morador de rua que sofre com seus próprios demônios, ele perdeu tudo o que pode - a sua amada filha, que nem ao menos teve a chance de conhecer. Com isso, mesmo morando na rua seu único desejo é conhece-la um dia e é isso que o faz sobreviver dia após dia.

Durante o decorrer da história descobrimos o que aflige os protagonistas dessa história e de como os dois estão devastados pela dor, dúvidas e medos. Esse não é um livro de romance, mas de um amor diferente e laço familiares. Descobertas, raízes e segredos guardados à sete chaves serão revelados.
"Eu me preocupo com você. Eu me preocupo que você não esteja feliz, que esteja com fome, que esteja doente. Eu me preocupo com o fato de você não estar na cidade. Eu me preocupo que você esteja aqui, mas odeie isso. Eu e preocupo que você esteja morta."

Esse livro teve tudo para ser ótimo, mas não me tocou da forma como deveria. A escrita de Sarah não aguçou a minha vontade como leitor, os poucos diálogos foram secos e sem sentimento para mim. Gostaria que esse livro tivesse funcionado para mim, como muitas outras pessoas tiveram essa sorte. Talvez eu apenas tenha pegado em um mal momento, quem sabe outro dia eu não leia e me apaixone?

23/12/2015

Resenha: "O Álbum", de Timothy Lewis

O Álbum
Timothy Lewis
Editora Novo Conceito, 2015
240 páginas
Para Adam, negociante de objetos usados, a casa de Gabe Alexander é apenas uma propriedade que será esvaziada e vendida pelo maior lance. Entretanto, em meio às prateleiras repletas de relíquias, um álbum antigo atrai sua atenção. Nele há cartões-postais amarelados pelo tempo, escritos ao longo de 60 anos. Intrigado, Adam começa a lê-los: eles estão cheios de frases românticas e delicadas, as provas do amor incondicional entre Gabe e Pearl Alexander. Gabe cuidava para que um cartão chegasse às mãos de Pearl todas as sextas-feiras. Cada um deles possui não apenas um poema, mas verdades preciosas sobre o cotidiano de um casal que viveu um sonho. A soma de todas essas verdades talvez responda perguntas que Adam se faz há muito tempo.
Tudo começou com o desejo de dois personagens sonhadores, um amor à primeira vista e um final feliz. Nada mais clichê. Eu sei. Todo dia nos apaixonamos à primeira vista né? Peral Huckabee nasceu em uma família grande e nutre esperanças de encontrar sua alma gêmea, mal ela sabe que sua alma gêmea é Gabriel Alexander um contador de uma peixaria.

Enquanto a história desse dois estão lá no passado, vamos para o presente:

Adam é um homem passando pelo estágio final de um relacionamento que, até então, ele pensou que duraria para sempre. Este trabalha como negociante de decorativos de casa. Numa dessas andanças à procura de encontrar o ganha-pão ele encontra algo realmente inesperado: um álbum com cartões postais enviados, toda sexta-feira durante 60! anos, por Gabe (aquele lá do passado). Não poderia ser mais gostoso ler algo assim, não é amigos? Gabe também achou esses cartões confortantes, uma verdadeira prova de amor. O homem intrigado com essas provas de amor decide ir atrás de informações sobre o casal, até que ele encontra Yevetta, filha da antiga empregada do casal que conhece a história viva.


A história se passa por quatro pontos de vista Gabe, Huck, Adam e Yevetta - acarretando num apelo para conhecer os personagens no seu mais íntimo, tornando-os mais próximos. A história foca realmente no relacionamento de Gabe e Huck, mas, felizmente, temos o que acontece com Adam e Yevetta.

Essa é uma história de amor sim, mas não é apenas uma história de amor - talvez o ponto principal seja a esperança que há e para quem começou a desacreditar no amor. É um livro curto, mas com uma história intensa e proveitosa para nossa sociedade abestada que tem medo de amar, por ter o coração quebrado como o de Adam.

A Novo Conceito fez um trabalho simples e incrível com esse livro, um cuidado para um livro para não ter cuidado. Gostei desse romance à seu modo, nada muito grandioso, mas com um bom valor sentimental.

20/12/2015

Tag: You know your blogger

Quando fui indicado para esta tag era dia 08 de janeiro de 2015, hoje dia 20 de dezembro de 2015 (quase um ano depois) resolvi tirar essa postagem dos rascunhos, hihi. Fui indicado para fazer a tag pela fofa Gabi Orlandin: o meme consiste em listar 11 fatos aleatórios sobre mim, responder as 11 perguntas que me fizeram e fazer outras 11 perguntas para indicar a outros 11 blogueiros. 


eu sendo miley sauro (tô nem ai)

11 fatos aleatórios sobre mim

1. Amo tirar fotos.
2. Adoro conhecer músicas desconhecidas e pouco ouvidas.
3. Sou atípico a filmes e séries.
4. Tenho 4 livos para escrever.
5. Apesar de parecer perfeccionista, não sou, detalhista, talvez, mas há muito tempo parei de me preocupar com pequenas coisinhas.
6. Não gosto de receber elogios. Na verdade, gosto. Quem não? Contudo, não sei lidar com elogios ~pasmem~
7. Adoro meu namorado, mas ele é tão chato às vezes (quase sempre).
8. Queria ter mais tempo e queria morar mais perto dos lugares.
9. Acho as matérias da minha faculdade muito fáceis, cadê aquela dificuldade toda?! Af.
10. Atualmente meu guarda-roupa é preto, cinza e branco.
11. Gosto um pouco de Star Wars.

11 perguntas que me fizeram

1. Todas as crianças querem ser alguma coisa quando crescerem. O que você queria ser? Eu sempre imaginei o que queria ser e nunca encontrei algo que realmente quisesse ser, sempre me lidei bem com todas as coisas, durante muito tempo criei a ideia de ser um arquiteto famoso, construir coisas fabulosas.

2. Você consegue elencar um livro preferido? Aquele que te fez arrancar suspiros e perder horas de sono. Não existe forma de elencar um livro favorito Gabi, você sabe disso, hihi. Mas vou falar alguns livros que li ultimamente e me deixaram bem felizes e arrancaram suspiros: Os Bons Segredos, Mentirosos, O Oceano no fim do Caminho e Por lugares incríveis.

3. Qual é a sua rede social preferida? Adivinha, Instagram (já me segue?)! Sério, amo tirar fotos e talvez seja a rede social que eu mais utilizo na vida.



4. Acho que todos pagam micos de vez em quando. Qual foi aquele que fez você querer se enfiar num buraco? Acho que nunca paguei esse tipo de mico, mas sinto muita vergonha quando tropeço - mas sempre consigo disfarçar com aquela corridinha, tipo, estava eu aqui ~lalala~

5. Se você tivesse que sair do país amanhã, para onde iria? Londres, sem dúvida. Terra da Rainha me espera!

6. Qual é o seu horário preferido e mais inspirador (do dia ou da noite) para escrever? De manhã, acredite, gosto de quando posso acordar e vir direto pro computador - as idéias sempre estão fresquinhas.

7. Qual é a sua comida preferida? Aquela pela qual você esquece qualquer dieta. Ultimamente estou muito apaixonado por comida japonesa, sério, e é saudável. Próxima:

8. Se você pudesse trocar de vida com um artista por um dia, quem você escolheria? Essa é realmente uma pergunta difícil, não conheço nada de artistas, mas sempre imaginei como seria ser um deles, ter fama e sucesso. Não sei se gostaria muito, por isso deixo essa passar...

9. Você prefere inverno ou verão? Inverno, quem não?

10. Qual é o personagem fictício de um livro, filme ou série que você mais gosta? De série gosto muito da Riley Blue de Sense8, de livro Juliette e de filme meu querido C3PO.

11. Qual é a maior realização da sua vida? Eu diria que a maior realização da minha vida ainda não chegou. Quero muito alcançar meu objetivos, ter algo meu e ter alguém com quem contar. Tenho uma família maravilhosa e amigos com que posso contar, me sinto realizado todos os dias com isso, mas ainda faltam algumas coisas e ainda estou procurando!

11 perguntas para 11 blogueiros

1. Você gostou de crescer?
2. Escolha uma foto de álbum que fale sobre você e diga o porquê.
3. Você gosta de pudim?
4. Quais ideais você a acredita na vida?
5. Qual a melhor frase ou citação que você acha?
6. Qual seu álbum musical favorito?
7. Acredita que as pessoas são capazes de mudar?
8. O que você comeu ontem no almoço?
9. Se você fosse um animal marinho, qual seria?
10. O que você espera do próximo ano?
11. Você fez coisas boas para as pessoinhas?

E os indicados sãaaaaaaaaaaaao...

Luh // Sorvillo // Moretti // Pablo // Gorri // Luanna // Aléxia // Tatiane // Renata // Sara // Ana

Qualquer pessoa pode fazer, não se acanhe - deixe o link pra eu ver, runfs!

18/12/2015

8 músicas com temas gays


Faz quanto tempo que não falo de música nesse blog? Um bocado, tenho certeza. Essa semana começou com uma ilustração que fiz, logo me senti inspirado para mostrar outro banner e esse virou a capa da playlist abaixo. Gosto de falar de música aqui, por isso resolvi listar músicas realmente boas e que falam sobre o amor que ainda ~pasmem~ sofre preconceito. Algumas falam sobre a luta, sobre a felicidade e outras contém finais nada felizes. De fato é uma playlist bem diversificada, mas com grande teor de verdades, dá um play!

1. All America Boy - Steve Grand
2. Young Love - Eli Lieb
3. Girls like Girls - Hayley Kiyoko
4. Take Me to Church - Horzier
5. She keeps me Warm - Mary Lambert
6. All The Things She Said - T.A.T.U.
7. The Scientist - Coldplay
8. Fools - Troye Sivan


16/12/2015

Resenha: "Os Molambolengos", de Evageline Lilly

Os Molambolengos
Evageline Lilly e ilustrado por Johnny Fraser-Allen
Editora Aleph, 2015
48 páginas
Selma é uma garotinha esperta, mas muito mimada. Um dia Selma encontra, por acaso, uma colorida banda de marionetes, Os Molambolengos, que vão ensiná-la que nem sempre as coisas acontecem do jeito que ela quer.
Evangeline Lilly é mais conhecida por seu trabalho como atriz, mas sua paixão mais antiga é a escrita. Os Molambolengos é seu primeiro livro. Ilustrado por Johnny Fraser-Allen, essa excêntrica e visualmente encantadora fábula vai agradar tanto crianças quanto adultos.
Quando recebi Os Molambolengos olhei para ele e disse: "puxa, que edição maravilhosa, que cores maravilhosas, que ilustrações maravilhosas" e o melhor de tudo é que a pequena história também é maravilhosa com bastante suspense e um quê de ensinamento.





Evangeline Lilly é a Kate de Lost, Tauriel de O Hobbit e Hope van Dyne de Homem-Formiga. Os Molambolengos é o primeiro livro da atriz, a história é contada totalmente através de rimas, suspense e marionetes muito medonhas, contudo, não há como eu contar a história, se não daria mais spoilers do que a sinopse.

Esse é um livro que qualquer um irá gostar. Johnny Fraser-Allen com suas ilustrações sombrias dá um toque especial a está história, que por sinal é muito bem escrita, porém por ser um pouco assustador não sei se tenho coragem para mostrar para meu irmão de três anos, vou esperar ele crescer mais um pouco para mostrar essa história - já que ele também é um menino muito mimado.





Os Molambolengos é um livro que deixa a dúvida se existirá outros volumes por parte de Evageline (espero que sim!), todo e qualquer leitor vai adorar ler esse livro, pois trás aquela lembrança de histórias para amedrontar (como o homem do saco, bicho papã, etc) crianças birrentas e "malvadas". Adorei a experiência de conhecer cada um da trupe Molambolengos e da ilustração maravilhosa de Johnny, recomendo muito: um livro lindo para se ter na estante!






Quase esqueço, parabéns Editora Aleph pelo incrível trabalho de sempre! 

14/12/2015

O dia em que precisei postar que estava feliz

Nunca precisei.

Outras pessoas precisaram, com isso tomei as dores e venho escrever um pouco. 


Doeu. Doeu muito. Chorei muito. Corri desesperadamente pela casa achando que o buraco nunca, em momento algum, iria se fechar, cicatrizar e esperar para ser machucado novamente - ou não. Mas quem vê na rua, acha que estou bem, feliz e que sou forte. De forte tenho muito, mas hoje estou fraca, triste e depressiva. Tenho muita maquiagem e truques para disfarçar. Saio feito dama de ferro, entro em casa como taça de vidro, quebrada. 

Não me dou a chance de você sair pela melhor, claro que não. Se acha que estou sofrendo, queridinho, você está certo. Estou sofrendo mesmo. Mas vou postar uma foto linda na festa, com as amigas, com aquele cara que você odiava. Vou sorrir no flash, vou seduzir naquela rede social. Vou continuar quebrada, mas você não terá oportunidade de saber que estou ferida, que te amo e que estou morrendo de raiva por você estar se envolvendo com uma vagabunda qualquer. Trocada por uma vagabunda qualquer. Te odeio. 

Outra foto sorrindo, essa com permissão de legenda zueira e feliz. Muitas curtidas, comentários e sucesso. Continuo me sentindo um lixo, droga, vou colocar uma música para sofrer e chorar até dormir. 

Foto na academia, voltei a malhar e meu corpo deu aquela levantada, pintei o cabelo. Olha o quanto estou feliz, olha olha olha. 

Estou um caos, não quero sair da cama, já cansei de chorar. Fazem meses, não estou feliz. Mas eu estava feliz ontem, quando sai com as minhas amigas, beijei o cara mais bonito da festa. Mas eu estava feliz aquele dia quando troquei a foto do perfil, onde eu estava sorrindo e... 

Não estou feliz.

Mas ele não vai saber que estou assim por causa dele, ninguém irá saber. Sofrerei calada, postarei somente coisas felizes e frases de que sou a pessoa mais feliz do mundo, mesmo não sendo. Internet nos da uma facilidade muito grande, meu mundo pode acabar e ninguém saberá. 

x x x

O fato é que fiquei com preguiça de terminar esta crônica, mas venho falar, que assim como em Divertida Mente, a tristeza é capaz de trazer pessoas para perto da gente, pessoas que são capazes do nos confortar, segurar a barra e nos amar, como devemos ser amados. 

13/12/2015

aprenda seu burro

Esses dias andei pela blogosfera e no blog Bunny and Sara encontrei uma frase que me inspirou um novo banner. Segue o que me durou algumas horas desse domingo entediante:


Gostais de minha nova criatura?

12/12/2015

Resenha: "A Bailarina Fantasma", de Socorro Acioli

A Bailarina Fantasma
Série Anabela em Quatro Atos, livro 1
Socorro Acioli
Editora Seguinte, 2015
192 páginas
Anabela mal podia conter a empolgação quando seu pai foi o arquiteto escolhido para coordenar uma obra no Theatro José de Alencar, em Fortaleza. A proposta era que aquela casa de espetáculos maravilhosa mantivesse as mesmas características de quando foi inaugurada, em 1910. Logo vira rotina para Anabela passar as tardes por ali, fazendo a lição de casa enquanto o pai trabalha. Mas essa reforma vai acabar desenterrando histórias escondidas há muitos e muitos anos, já que Anabela começa a ver uma bailarina translúcida, vestida de azul, que mais ninguém parece enxergar. Será que a garota vai conseguir ajudá-la?
Eu já sabia.

Quando comecei a ler A Bailaria Fantasma já sabia que iria me apaixonar pela história, pelos personagens e principalmente de como ela é contada - expectativas já alçadas no último romance que li da minha querida Socorro Acioli, A Cabeça do Santo. Com certeza, o último romance que li (e também o primeiro) foi o que me fez acreditar que amaria qualquer coisa escrita por essa brasileira.

Em busca de algo diversificado e novo fui a procura de A Bailarina Fantasma, um livro destinado ao público mais jovem e com alto teor brasileiro, com referências a locais do Brasil, escrito de um jeitinho delicioso, como quem uma amiga conta uma história. 

É fofo, delicado e contém mistério. Nesse livro encontrei muita bondade, amor e coisa que pensei que há muito tempo não existisse. Até o que é mal, tem o seu quê do bem. Fala de fantasma, mas não dá medo. Meu filho lerá essa história. Eu lerei, caso ele tenha preguiça. Com um romance doce, bobo e jovem, se vai metade de um livro, outra metade é um novo amor, porém com algumas trapaças do destino. A Bailaria Fantasma é uma história, com muitas outras histórias envolvidas, contadas entre vitrais, cadeiras, palco e muito espetáculo. 





Comecei num dia, terminei em outro: em Fortaleza, no Theatro José de Alencar, o pai de Anabela é contrato para reformá-lo. Esse já seria um evento mágico tanto para o pai quanto para a filha, reformar um local de tamanho porte e cultura, porém tudo se torna ainda mais magico quando Anabela vê uma bailarina de azul durante o espéculo pré-reforma. Ao mesmo tempo em que tudo é mágico Anabela percebe que a fantasma precisa de sua ajuda, tendo, então, que arcar com as responsabilidades de cetenas de anos. Mas para entendermos melhor a história e o fantasma, é necessário compreender o que aconteceu no passado: assim a história é divida em três atos - para contar tin tin por tin tin e dividir tudo como se fosse realmente uma peça teatral. 



"Elisabeth percebia em Angélica a rara capacidade de ficar feliz com o sucesso dos outros, mesmo quando a própria vida carecia de cor."
A diagramação é algo essencial em qualquer obra, sem dúvidas A Bailarina Fantasma ganhou tudo o que precisava, além de uma capa mega colorida e fofa, o livro é todo pautado das cores laranja, roxo, azul, marrom - em cada novo capítulo, término de ato e página temos algo que deixa essa obra delicada e dócil, assim como ela realmente é. 

Se eu recomendo essa obra? Não tenha dúvida disso, é um livro dedicado ao público mais jovem, mas claro que qualquer um irá se apaixonar por essa história leve, tranquila e gostosa. Estou ansioso para a próxima aventura de Anabelle, em A Ópera do Medo .

07/12/2015

Quando conheci Luma


Numa parada de ônibus de fila quilométrica, onde já esperei demasiadas vezes meu querido e amado Brazlândia. Conheci centenas de pessoas, uma delas Luma. Uma moça que me encheu de graça e me fez esquecer as duras horas que o ônibus demorou a chegar. Quem mora em Brazlândia sabe que ônibus demora, no domingo demora mais ainda. Fazer amizade é essencial para qualquer brazlandenses

Luma é o tipo de pessoa que só de olhar já sente vontade de sorrir. Ela é bonita, cacheada, rechonchuda, risonha e delicadamente negra. Nunca achei que uma mulher dessas poderia estar solteira, qual homem não queria ser feliz ao lado de uma mulher que sorri bonito, engraçado, cuja risada te faz rir, você sente necessidade de rir junto, porque  sabe que aquilo te fará bem, e fez. Não estou apaixonado pela Luma, não da forma de namorado. Mas estou apaixonado pelo jeito, risonho e bobo. Luma está solteira, faz direito e parece ter seus 22 anos. Me pergunto como ela está solteira. Já falei do sorriso e de como ela é bonita, isso basta. Se não basta, Ela é legal e inteligente, conversamos boas horas, falamos de nossas vidas e nos entregamos um ao outro - compartilhando segredos, sofrimentos e experiências -, coisas que fazemos com desconhecidos, nada revelando coisas muito íntimas.      Como dito, não estou apaixonado pela Luma e sim por sua essência. 

Dadas suas duas horas, o 404 chegou, ônibus oferecido com muito coração e amor pelo Governo do Distrito Federal, algumas dezenas de pessoas estava na minha frente, logo o ônibus lotou de gente como a gente. Na minha vez de passar a roleta: olhei e havia dois lugares, mas eu não iria o resto da viagem com a Luma. As cadeiras eram separadas, uma no começo e outra no fim. Luma que estava logo de mim, após me ver pegar a penúltima cadeira e ela a ultima. Sorte? Talvez, queria mais papo com ela e rir daquela risada. 

Acabou. Nenhum de nós estamos dispostos a ir em pé, Brazlândia é longe da Rodoviária do Plano Piloto, então sentamos separados e aceitei, não facilmente, que cada qual seguiria o seu rumo, mas não fiquei triste (até pensei em ficar em pé ao lado dela), mas sei que terei outras esperas de ônibus e talvez não a encontre, mas encontrarei novas pessoas que me arrancaram sorrisos e suas experiências, estou ansioso. 

Um beijo de quem está com saudade de gente que conversa e não puxa papo no whatsapp. 

04/12/2015

Resenha: "A Canção da Rainha", de Victoria Aveyard

A Canção da Rainha
A Rainha Vermelha, livro 1.5
Victoria Aveyard
Editora Seguinte, 2015
51 páginas
Neste conto que se passa no universo da série A Rainha Vermelha, você terá acesso ao diário secreto da rainha Coriane, primeira esposa do rei Tiberias VI e mãe de Cal. Presente de seu querido irmão Julian, o caderno se tornou o único lugar onde a nobre prateada podia desabafar sem que seus pensamentos e emoções fossem usados contra ela.

Ainda jovem, Coriane Jacos foi obrigada a se mudar para o palácio real e lutava para lidar com os perigos e armadilhas do convívio com as outras Grandes Casas. A garota e o então príncipe herdeiro ficaram cada vez mais próximos, provocando a inveja e o ciúme de outras jovens da nobreza, sobretudo Elara Merandus — que tinha o poder assustador de entrar na mente das pessoas. Apaixonado, o príncipe descartou a Prova Real e escolheu Coriane como sua esposa, mas a vida da jovem rainha estava muito longe do tradicional “felizes para sempre”…
Já deixei bem explicado nessa postagem o quanto adorei ler A Rainha Vermelha, uma distopia valente e cruel, onde os prateados são tratados como deuses por causa de seus poderes, ou pelo menos eram tratados. Após a descoberta de uma vermelha com super-poderes o mundo prateado começa a ruir, nesse primeiro livro adentramos no mundo dos deuses e vemos algumas peculiaridades, eles, acreditem, são cheios de problemas e confusões entre si. Fortes? Que nada. 

Havia sentido essa fraqueza entre os prateados assim que Mare começa a freqüentar a casa real, contudo, apenas nesse e-book à degustação do próximo livro que realmente descobri como os prateados são frágeis, perversos e meticulosos. Coriane, a rainha já falecida em A Rainha Vermelha, volta a vida de adolescência e mostra por meio do seu diário como foi conhecer o príncipe Tibe e como foi se tornar rainha. Contrário ao costume, não houve prova real para conceder a uma prateada o privilégio de virar rainha. O príncipe escolheu Coriane, por amor, assim como a mesma o escolheu. Contudo, sempre há uma adversidade, Elara uma prateada com poderes incríveis e maléficos não hesita em se aproveitar das ausências do Rei Tiberias VI para atormentar a dócil rainha Coriane. Após anos convivendo com esses tormentos, Coriane decide colocar um fim. 

Adoro a escrita da Víc, intensa e perfeita, deixa vontade de quero mais nesse mini-livro, contudo, sei que não terá mais o que desfrutar. Percebi, de vez, o quando os prateados podem ser delicados com certos assuntos (como no caso de Coriane, uma rainha com planos perfeitos para os prateados e vermelhos) ou perversos (como a vaca da Elara com o simples objetivo se obter o trono, a coroa e poder). Em terceira pessoa, com toques de primeira, a história é conduzida rapidamente desde adolescência ao falecimento de Coriane, algumas partes são bem enfatizadas e tornam essa personagem algo crível para a história em si. 

Recomendo essa leitura apenas para quem leu o primeiro livro, já sabemos que a rainha já está morta e mesmo assim queremos porque queremos que ela consiga viver (sim,  acabei gostando muito dessa prateada de meio e-book). O próximo livro está prestes a ser lançado, estou ansioso para ler. Já ouviu falar de uma história de príncipes e princesas com super-poderes e todos vivem felizes para sempre? Essa não é uma dessas, tem muita morte aqui.

02/12/2015

Meu mais novo membro

Minhas costas já estão doendo só por carregar este novo Igor que está nascendo em cima do meu nariz, conhecido também como espinha inflamada.  Pela época do ano e pela cor e tamanho, posso me listar nas futuras renas do Papai Noel



Deixando de lado, espinhas e dor nas costas. Gostaria de informar que estou acabado, minha cara está acabada, meus pés estão acabados, minha bunda está acabada (por favor, não leve para o sentido ruim). Fim de semestre é infalível, nem os glúteos escapam - e esse é o motivo de sumir nessas últimas semanas, não os glúteos, precisei me ausentar das leituras, do blog, do namorado, do passeio, para me dedicar as provas da faculdade, a única coisa que consegui manter atualizada foi o instagram (porque é meio que impossível ficar sem postar lá, já me segue?).Aproveitei para postar algumas fotos que tirei de uma amiga do inglês, vai ter post sim com todas essas fotos maravilhosas



Ainda faltam duas provas. Uma amanhã. Outra segunda. Já até me sinto de férias, vou até montar minha lista literária para dezembro. 

Dezembro. 

Esse ano passou muito rápido, parece que não fiz nada, mas fiz. Estou satisfeito com as coisas que aconteceram nós últimos meses, nas surpresas e desgraças. Percebi isso essa semana, acordei pondo a cara no sol e desejando positividade pros kiridos. E pros não queridos também. 



Quando alguém some sempre perguntamos: Novidades? Sim! Eu tenho. Cortei o cabelo, não alguém profissional, entendam EU CORTEI o cabelo. Tá uma porcaria, aqueles famosos caminhos de rato, mas cresce rápido. Sem fotos por aqui por mais dois meses. Aprendi essa semana que se você estiver com medo, as coisas se tornam bem piores. Às vezes algo nem é difícil, mas por insegurança ou medinho acabo fazendo um auê. Parei com isso. Não me leva a nada. Alterei algumas páginas aqui no blog, mas já falei disso

Termino essa postagem informando que o Papai Noel me aceitou, consegui horas extras como sinalizadores também. Meu grande nariz vermelho vai me permitir comprar presentes para meus queridos amigos e familiares, deixando de conversa fiada melhor eu ir revisar mais uns conteúdos de SQL e MySql. 

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