Resenha de filme: "Comer Rezar Amar"


Comer Rezar Amar, 2010
Ryan Murphy
133 Minutos
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. 'Comer, Rezar, Amar' é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. 'Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas', explica. Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.
Comer rezar amar não é meu filme favorito, mas é um filme que eu gosto muito pela mensagem que ele busca passar para a gente. O filme, baseado no livro de mesmo nome, conta a história de Liz (interpretada por Julia Roberts) que decidiu mudar sua vida totalmente ao se ver tão infeliz. O obstáculo mais evidente de sua infelicidade é seu casamento: com isso ela decide devorciar-se e resolve buscar uma vida normal, assim, como novos relacionamentos amorosos e sabendo que sua vida ainda continuava com a infelicidade que provocava o vazio existencial. Liz decide então fazer uma viagem de um ano pela Itália, India e Indonésia – em busca de encontrar a felicidade praticando os três verbos que dão nome ao filme.

Na Itália ela se da ao prazer da gula, comer tudo que é possível e apreciar o máximo mesmo que tenha que comprar uma calça de número maior, vivendo de acordo com o dilema italiano “prazer de não fazer nada”. Na India, ela se dedica a meditação e a busca do equilíbrio espiritual, confrontando o seu verdadeiro eu e perdoando-se. Em Bali, em busca de absorver mais conhecimentos ela redescobre o amor.



Quem me apresentou esse filme foi o Brunno e sinceramente? Nunca senti muita vontade em assistir esse filme, era algo que nunca me chamou atenção. O nome em si, me chamava atenção, mas nunca cheguei de forma concreta a procurar algo sobre o livro ou sobre o filme, só sabia que muitas amigas e primas haviam gostado muito desse filme. Comigo não foi diferente, adorei o filme, ele passa mensagens muito boas - nós temos que, por fim, procurar o que nos faz feliz. Não entrar necessariamente de férias e viajar mundo a fora, mas é perceber que em poucas coisas do nosso dia a dia, podemos encontrar felicidade infinita e também cortar as coisas que não nos faz feliz, assim como Liz fez com seus antigos relacionamentos e ao se entregar aos prazeres da gula.

Este é um filme para que ama viajar e para quem adora absorver alguma mensagem durante o filme, de fato é um filme mais voltado para o público feminino, mas não impede que os leitores possam gostar. Recomendo bastante para quem quer mudar de vida ou como um ponta pé inicial para dizer adeus à vida antiga, além é claro, de se um filme inspirador: onde você tem que encontrar o seu próprio eu para, então, ser feliz.

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