Especial Maurício Gomyde!

Bom dia, leitores! Quem ai conhece o +Maurício Gomyde? Quem conhece, sabe que ele está lançando um novo livro, publicado pela Editora Novo Conceito. Se você é de Brasília ou estará em Brasília no dia 09 de agosto não deixe de comparecer a tarde de autógrafos e bate-papo com o autor!



 Quem não conhece, vai ter duas oportunidades: uma agora, vendo um pouco de suas obras e uma no sábado, no evento de lançamento de seu 5° Livro! Vamos dar uma espiada nas obras deste brilhante autor brasiliense?
"Até onde pode ir a paixão de uma pessoa por outra? Como, quando e por que começa? Até que ponto pode-se cometer alguma loucura para fazer parte da vida de alguém? Quais as consequências da paixão avassaladora incompreendida? Nesse seu primeiro e hilariante romance, Maurício Gomyde retrata o cotidiano de um cidadão normal como tantos que se vê por aí em qualquer canto, tentando responder estas aparentemente simples perguntas. Passeando com extrema facilidade tanto pela linguagem refinada e sutil quanto pela tosca, Maurício Gomyde nos brinda com um livro de leitura fácil e extremamente agradável."


"Ninguém mais escreve cartas hoje em dia", Marina pensava. Até que um dia uma caiu em suas mãos por engano e mudou o rumo de sua vida. Levou-a ao lugar que ela sempre sonhou. E a conhecer o amor do jeito que nunca imaginou, da forma mais improvável do mundo...

Os sinais que ele não percebeu, no dia do acidente, poderiam ter evitado que seus pais entrassem naquele avião. Tempos depois, algo inesperado mudou o rumo das coisas, e ele, então, passou a esperar o dia em que os sinais voltariam... Tomas Ventura levava uma vida quase perfeita, cercado por tudo que sempre quis: um violão, um telescópio, muitos discos bons, amigos, um emprego de sonhos e uma casa que flutuava. Mas no dia em que recebeu a proposta de trabalho da sua vida, o convite para participar da trilha sonora de um grande filme de Hollywood, ele decidiu dizer “não”. Até que dois sinais, os olhos cor de mel daquela menina, mostraram-lhe que ainda havia motivos para seguir em frente...



Bruno dizia que um dos grandes desafios da vida é conseguir provar que as teorias estão erradas. Quando seu grande amor deixa de reconhecê-lo, ele precisa se transformar como nunca para tentar reconquistá-lo. Conseguirá ele contradizer o destino e provar que é possível colocar por terra tudo o que afirmavam? Superação e retribuição em mais este incrível romance de Maurício Gomyde, onde tudo o que já se imaginou sobre o amor será levado ao limite da mais doce loucura.


Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias , o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das filhas, sem amigos... O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família V. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.


Entrevista com Maurício Gomyde, autor do livro A Máquina de contar Histórias, lançado recentemente pela Novas Páginas, selo do Grupo Editorial Novo Conceito.

1 - Quem é Maurício Gomyde?
R: Toda vez que me perguntam isso, a resposta sai diferente... rs. Talvez seja porque eu esteja mesmo em constante transformação. As coisas têm acontecido tão rapidamente, que preciso me reinventar todos os dias pra tentar continuar sendo o mesmo. Sou um contador de histórias, nada além disso. No momento, sou o chefe de família que precisa fazer das tripas coração pra reconquistar o amor das filhas. Sou meus livros e histórias, é isso


2 - Quando decidiu que queria ser escritor? E a sua família te apoiou nessa escolha?
R: Decidi já num momento em que o apoio da família tinha pouca importância no resultado. Digo, eu me descobri como escritor meio que por acaso. Nunca tive aquele sonho de infância, em que poderia dizer “algum dia vou escrever um livro”. O “O Mundo de Vidro” saiu meio que naturalmente. Quando vi, estava escrevendo. De qualquer forma, minha família torce demais para que as histórias saiam bacanas e a turma goste.

3 - No começo de sua carreira, ao escrever o primeiro livro, você já estava decidido por se lançar como autor independente? Ou a ideia foi tratada como uma "última opção"?
R: Esta foi uma decisão consciente. Eu não queria ter de escrever e sair esperando a “boa vontade” de uma editora em publicar meus livros. Eu queria era lançar logo. Quando termino o livro, fico agoniado para vê-lo pronto e na minha mão. E com as facilidades que a internet proporciona, nem pensava duas vezes. Eu gosto de fazer parte do processo, de verdade. Gosto de escrever, participar da capa, da diagramação, de fazer o booktrailer, correr atrás da divulgação, fazer eventos e ir até os Correios postar os livros vendidos. Ser independente é uma opção que envolve sentir o prazer do processo, e, por quatro livros, foi muito bom. Quando decidi aceitar a proposta da editora, foi porque senti que precisava dar um passo além, ter meus livros com mais exposição.

4 - O que é ser escritor pra você? E qual a parte mais difícil dessa profissão?
R: Trato a literatura como algo que me dá um prazer imenso. A parte que mais gosto, se eu for apontar uma, é o ato de sentar e escrever, de contar a história, de pesquisar e ver que o papel vai aceitando algo que a mente vai bolando. Acho que não há parte difícil, é tudo muito prazeroso. E enquanto me der prazer, vou fazer. Se começasse a ficar difícil e penoso, acho que partiria para outra.

5 - Agora que você tem uma editora para publicar seus livros, podemos esperar por uma reimpressão dos livros lançados de forma independente?
R: Então, ainda estamos estudando isso. Eles disseram que vão escolher um para fazer. Mas só vou considerar mesmo quando o vir pronto. Por enquanto, continuo divulgando de forma independente e vendendo exclusivamente por minha loja virtual. De qualquer forma, acho que meus livros independentes ainda poderiam ter uma carreira bacana, já que 99% das pessoas ainda não os conhecem.


6 - Você tem alguma dica para os autores que querem começar a publicar de forma independente como você?
R: Nossa, são tantas ideias. Mas lembro que as dicas nunca devem ser levadas ao pé da letra, porque funcionam de jeitos diferentes para cada pessoa. Talvez eu dissesse para a pessoa não temer o trabalho. Há tanta coisa pra fazer! O autor independente não pode se acomodar. Tem de se divulgar bem e procurar se cercar de bons profissionais (capista, diagramador, leitor crítico, revisor, leitor beta).


7 - Por não ter uma editora, com todo o marketing de divulgação de novos livros para te ajudar, como era a divulgação do seu trabalho? Qual foi a importância dos blogs literários? 
R: Os blogs literários foram, e são ainda, fundamentais para a divulgação do meu trabalho (e de todos os autores, claro!). É tanta gente abnegada, que divulga pelo prazer de fazer literatura, de amar os livros, de curtir os autores! Isso não tem preço para o autor. Sou grato demais a todos os blogueiros parceiros, que sempre “abraçaram a causa”. Como a entrada nos grandes canais de mídia é sempre difícil, está aí uma excelente forma de chegar a lugares e pessoas a quem jamais chegaríamos.


8 - Deixe um recado para os leitores do blog:
R: Espero que os leitores apareçam sempre, deem chance aos novos autores nacionais. Há muita gente bacana escrevendo livros ótimos, histórias sobre nós, sobre nossos lugares e coisas. E pra quem quiser conhecer mais um pouco sobre mim e sobre meu novo livro “A Máquina de Contar Histórias”, estou em todas as redes sociais e no mauriciogomyde.com. Obrigado demais por este espaço incrível.

Lembrando que o lançamento de "A Máquina de contar Histórias" será nesse sábado, dia 09 de agosto, às 15h00 aqui em Brasília. Terá sorteio de brindes e livros, além de um bate papo com o autor. Não percam!

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