Resenha: "Rangers: Ruínas de Gorlan" de John Flanagan


Autor: John Flanegan
Editora: Fundamento
Páginas: 240
Avaliação: ★★★★
Série: Rangers - Ordem dos Arqueiros, volume 1.

Durante a vida inteira, o pequeno e frágil Will sonhou em ser um forte e bravo guerreiro, como o pai, que ele nunca conheceu. Por isso, ficou arrasado quando não conseguiu entrar para a Escola de Guerra. A partir daí, sua vida tomou um rumo inesperado: ele se tornou o aprendiz de Halt, o misterioso arqueiro, que muitos acreditam ter habilidades que só podem ser resultado de alguma feitiçaria. Relutante, Will aprendeu a usar as armas secretas dos arqueiros: o arco, a flecha, uma capa manchada e... um pequeno pônei muito teimoso. Podem não ser a espada e o cavalo que ele desejava, mas foi com eles que Will e Halt partiram em uma perigosa missão: impedir o assassinato do rei. Essa será uma viagem de descobertas e aventuras fantásticas, na qual Will aprenderá que as armas dos arqueiros são muito mais valiosas do que ele imaginava.

Eu sou simplesmente apaixonado por arqueiros – não por serem bonitos ou qualquer coisa do tipo –, a verdade é que eu gosto de arcos. Então quando um personagem usa arco e flecha a probabilidade dele se tornar meu favorito é enorme, pois quando eu vou jogar um jogo e tem arqueiro eu vou escolher o arqueiro, cartas, brinquedos, tudo. É quase uma perseguição por arqueiros mesmo. Justo a todo esse amor por arqueiros estava ansioso para conhecer a mais prestigiada série do autor John Flanagan. 

Sem sombra de dúvidas, Ruínas de Gorlan é um livro introdutório a um novo mundo, dando início a uma aventura de grande porte e valor. 
“Às vezes a reputação de estar certo o tempo todo pode ser uma carga muito pesada.”
Existe muita semelhança entre essa série e a trilogia Brotherband. Primeiro li Brotherband e como gostei tanto de trilogia me senti necessitado em ler Rangers, mas quando eu comecei a ler encontrei algo tão parecido, em tantos aspectos, que a leitura ficou um pouco chatinha. Mas não é isso que estraga a fantasia criada por Flanagan, já que nas suas duas séries ele mostra personagens e costumes bastante parecidos – dando um quê de existência em seu mundo.


Os personagens desse autor são diferentes e eles também fazem a eficácia e grandeza da obra, já não basta mais uma trama envolvente sem personagens que envolvem. Flanagan sabe sobre isso, então ele trabalha bastante seus personagens e ainda deixa dúvidas das personalidades de cada um. É possível observar o crescimento de Will e de seus amigos no decorrer de 240 páginas, e também durante essa ‘evolução’ poder se aventurar pelos caminhos escuros dos arqueiros. 

A Editora Fundamento se comprometeu em fazer um trabalho perfeito na diagramação assim como em todas as capas da série: bem detalhadas e com um toque rústico. Isso chama e prende a atenção de qualquer leitor, até mesmo deixa a gente mais conectado com a história. Rangers é um livro recomendado não só para aqueles, assim como eu, que adora arqueiros, mas também os amantes de aventura e fantasia, essa é mais uma série épica para estar nas estantes.

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