30/11/2013

Resenha: Garota, interrompida

Autora: Suzanna Kaysen
Editora: Única, 2013
Páginas: 190
Avaliação: ★★★★★

Eis que surge mais uma proposta literária, lançado em 2013, pela Editora Única. Garota, interrompida vem com uma realidade totalmente diferente do que estou acostumado - fantasia, ficção, romance, aventura, distopia... -, o livro é pura biografia, porém não é monótono, muito menos chato. 
Interrompida durante a música dos 17 anos, um momento congelado no tempo mais importante que todos os outros momentos, quaisquer que fossem ou que viessem a ser. Quem pode se recuperar disso?
Sempre hesito em começar uma biografia, por achar que esse campo literário ser bastante boring. Mas o livro de Suzanna não parece com um livro não-ficção, muito pelo contrário, se não fosse por pesquisas acho que nem saberia que era uma história vivenciada pela própria autora.  No começo do livro achei algo muito pitoresco e perturbador, a autora não poupou em revelar sua rotina dentro do hospício: suas amigas e suas atividades. Mas logo acostumamos com a vida da autora e de suas 'loucuras'.

28/11/2013

Resenha: Encarcerados

Autor: Alexander Gordon Smith
Editora: Benvirá, 2012.
Páginas: 296
Avaliação: ★★★★★
Série: Fuga de Furnace, volume 01.
"Desafio até mesmo o adulto mais corajoso a passar uma noite em um lugar como a Penitenciária de Furnace, no mais escuro breu, sem pensar que cada ruído é algo bem atrás de você, com dentes como punhais. olhos prateados e hálito exalando sangue; que todo sopro de ar que percorre sua pele é a investida de uma lâmina implacável; que cada mínimo movimento é um fio de escuridão se envolvendo em sua garganta e se enroscando na profundidade de suas entranhas, onde vai se banquetear com a sua alma. Página 87
Encarcerados é um livro tenebroso e assustador, mas nada impede ler esse livro de maneira tão feroz e ainda querer mais. No verso deste exemplar encontramos diversas palavras que repelem o leitor como: demônio, inferno, capeta! Nesse mistifório diabólico o medo em continuar a ler competia com a curiosidade que tive no começo da leitura. Encarcerados é um livro leve - levemente do mal - e divertido. Não gente, é verdade, é um livro que deixa o leitor com angústia pelos seus personagens e principalmente pelo protagonista. Brincadeiras a parte; A escrita de Alexander Gordon é entusiasmada pelo suspense e desventuras do maldoso Alex Sawyer.

26/11/2013

Resenha: "A Seleção", de Kiera Cass

Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 368
Avaliação: ★★★★★ 
Série: A Seleção, volume 1.

Sem sombras de dúvidas A Seleção é um livro excelente para as todas as garotas, e não somente para elas, é um livro engraçado e delicioso. Não importa como você encontrou este exemplar: por te lido a sinopse, por indicação de amigos ou simplesmente por ter achado a capa espetacular e comprou, o fato é que você vai gostar de A Seleção de uma forma ou de outra - eu espero que você goste muito, muito. 

Em um futuro onde que os Estados Unidos passaram a ser Estado Americano da China, encontra-se Illéa, o mais novo país que vive em hierarquia e divide a sociedade em castas, mais de sete castas, ao passar da quarta casta o sinal de pobreza já apita. Para o controle do país é necessário um casal prestigiado pelo público, forte e que passe confiança. O Rei já passou do tempo e, o filho está para atingir a maioridade e continuar com a mão de ferro do pai, porém o príncipe precisará de uma esposa para acompanha-lo. Com isso, foi criada a Seleção, uma tradição há vinte anos executada, cujo todas as garotas do reino se inscrevem, mas apenas 35 são escolhidas. Quando são escolhidas, essas passam a viver no palácio e o futuro herdeiro terá que escolher uma dentre elas, para se tornar sua confidente, amiga e acima de tudo esposa.

A realidade é simples; nem todas as garotas querem ser princesas. America Singer, por exemplo, tem uma vida de Cinco não é boa não é ruim. Ela não precisa se inscrever na Seleção, também não deseja participar de uma disputa por um príncipe de nariz empinado. Mas ela precisa de dinheiro, por pressão da mãe para que participe do 'sorteio' e pelo coração ferido recentemente, toma a decisão de se inscrever, com o pensamento de que dentre as milhares de garotas ela nunca seria sorteada. Matando tudo de uma paulada só: quando está dentro do palácio a família recebe uma quantia para gastar, agrada a mãe e acha que longe do ex-namorico pode consertar o coração. 

Será sorte ela ter sido sorteada? Ou azar? No primeiro dia dentro do palácio, America já enlouquecerá e fará coisas que nenhuma das outras trinta e quatro garotas fariam. America aguentará a pressão de ficar confinada ao príncipe até o fim da seleção? E o que príncipe pensa disso tudo?

A supremacia do primeiro livro da trilogia, que recebe o mesmo nome, A Seleção, só pode ser considera eficaz pela criatividade de uma competição entre garotas por um príncipe e por personagens tão carismáticos, sensíveis e engraçados. Quanto a competição, é algo simples - já assistido em filmes e lido em diversos livros -, mas, quando a autora intercala o conflito das trinta e cinco garotas com personalidades fortes, reais e bem construídas, ela possibilita um apego pelo livro sem explicação. Não é uma história magnífica, porém é uma história única, que somente Kiera Cass poderia construir com maestria e engenhosidade. 

Kiera Cass te seduz ainda no comecinho da leitura, por ser algo um pouco feminino e 'delicado' o leitor é influenciado pela leitura leve, rápida e feroz. Os capítulos são longos, pouco perceptíveis no calor do momento, lido de um dia para o outro, A seleção está entrando para os meus favoritos e também para os recomendados.

America Singer me conquistou desde o início do livro com seu jeito bipolar de menina mimada e também de menina durona, não consigo ainda me decidir de qual lado da protagonista me identifico mais, ou se, pelo fato dessa bipolaridade tive um apreço tão rápido pela personagem. Mesmo se eu não gostasse de Meri não me restaria solução, já que o livro é contato pela sua perspectiva, e cá entre nós, eu precisava terminar de ler A Seleção - e também estar com A Elite em mãos! 

A Seleção, lançado praticamente junto com o selo Seguinte, em 2012, marca essa resenha com um super recomendo, leia o quanto pode; o terceiro livro já está para sair e você não quer ficar de fora e ficar sem saber do que essas meninas são capazes para conquistarem um homem poderoso ou uma coroa.

24/11/2013

Resenha: Mago Aprendiz

Autor: Raymond E. Feist
Editora: Saída de Emergência 
Páginas: 432
Avaliação: ★★★★★
Série: Saga do mago, volume 01

A Saída de Emergência estreia no Brasil, com uma magnífica história, Mago Aprendiz, preenchendo de vez o espaço vazio de literatura fantástica. Um clássico escrito há mais de trinta anos, publicado em 1982 apunhado pelo título Magician, faz referência a um romance jovem, sagaz e aventureiro. 

O primeiro livro de A saga do mago nos seus primeiros capítulos não importa se traz uma tempestade de nomes e lugares. A teoria proposital do autor deixa o leitor atordoado somente no começo do livro, caso esse tenha prestado atenção. Midkemia é um mundo, não muito diferente dos quais estamos acostumados - seja através das leituras de livros da mesma ala como, O senhor dos anéis e Game of Thrones ou de filmes-fantasia. A vida em Midkemia se resume em servir o Rei, tendo os camponeses a vida árdua de sempre, os nobres estão a colapso de se engalfinharem para adquirir monetários políticos e magos estão nas torres monstruosas da ala norte ou sul do castelo. Elfos se encontram as escondidas no interior das florestas do norte, anões extraindo metais preciosos das minas. Os habitantes do mundo raymondiano vivem numa constante "paz" até a chegada de uma nova espécie, os tsuranis.

20/11/2013

Resenha: Armadilhas da Mente

Autor: Augusto Cury
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Avaliação: ★★★★★

Camille é uma mulher surpreendente, inteligente, bonita, muito rica e uma brilhante escritora, que tem muita facilidade em debater e derrubar argumentos de qualquer pessoa. Devido ao seu incrível intelecto desenvolveu muitas manias e fobias, e uma delas era fobia social, colecionava idas aos psicólogos e psiquiatras, pois bombardeava todos aqueles que não conseguiam argumentar com o seu potencial mental. Porém depois de mais uma ida ao psiquiatra, Camille recebeu um diagnóstico que a fez mergulhar em uma depressão profunda, Marco Tulio, vendo a quão abalada sua esposa estava e que ao passar do tempo Camille só piorava e se fechava cada vez mais, comprou uma linda fazenda para Camille descansar e voltar a escrever, o problema é que Camille se tornava prisioneira de sua própria mente, mas é justamente quando tudo parece perdido que Camille conhece Zenão e Marco Pollo. Como será se livrar de grades que você não pode ver? Como deletar coisas da sua cabeça? Como, Camiller, poderia repudiar as coisas que a prende?

18/11/2013

Resenha: Wereworld - A fúria dos leões

Autor: Curtis Jobling
Editora: Benvirá
Páginas: 394
Avaliação: ★★★★★
Série: Wereworld, volume 02.
*Resenha pode haver spoilers

Uma vez construído o desejo de ler “A Fúria dos Leões” isso se deve ao volume anterior, A origem do Lobo. A série Wereworld surpreende ainda mais na sua continuação: o aspecto saudável do primeiro livro é desamparado no segundo, sendo este último constituído de mais ação e emoção. 
“Você é o que você é, Drew. Não há como fugir disso. Deveria ter orgulho de sua herança, meu jovem.” Página 200.
Após descobrir que é decente do mais valentão e poderoso rei Lobo, a vida de Drew nunca mais será a mesma. A carga de ser um suposto rei não é aceita pelo lobo: para ele o objetivo é salvar a sua amiga, proteger seus amigos e deixar que as coisas se alinhem por si só, mas eles não sabe que todo o Reino depende dele, da sua bondade, do seus espírito de esperança e aventura. A Fúria dos Leões  trás personagens do primeiro livro, com grande ênfase na história. Será o futuro de Drew torna-se rei? Será tão fácil? Acho que não, pois os Catlords estão chegando...

14/11/2013

Resenha: Dois Rios


Autora: T. Greenwood
Editora: Novo Conceito
Páginas: 428
Avaliação: ★★★★★ 

“Às vezes –ela disse – meu coração para. As vezes não consigo senti-lo batendo de jeito nenhum.” Página 121.
Na cidade mesopotâmica viajamos pelo histórico de Harper Montgomery, o rapaz mais apaixonado do mundo e que está vivendo a beira da tristeza. 

Somos apresentados a duas épocas temporais: o passado, ainda quando Harper era criança e nesse passado pode-se observar o crescimento do protagonista durante todo o livro. A alternância dos períodos além do passado passa para o presente, um trem acaba de sair dos trilhos, provocando um acidente horrível, cujos muitos saíram mortos. Uma das sobreviventes, Maggie, uma menina de 15 anos e grávida, precisa de um lugar para ficar, ele espontaneamente se oferece para leva-la para casa.

12/11/2013

Resenha dupla e especial: Laços de Sangue


Autora: Richelle Mead
Editora: Seguinte
Páginas: 431
Avaliação: ★★★★
Série: Bloodlines, volume 01.

Se Laços de Sangue é apenas um 'release', me sinto mais do que necessitada a ler Academia de Vampiros. - Amanda 

Após uma das maiores e mais famosas séries de vampiros, Crepúsculo, eis que poucas são as escritas vampirescas que sobreviveram hodiernamente.  Poucos os livros que conquistam os diversos leitores com o assunto, isso de deve a inegável história fofinha da série Twilight. Mas alguns autores e autoras tem se destacado ainda no campo dos vampiros, uma delas é  Richelle Mead, autora da série famosinha Academia de Vampiros. Nunca li nada da Academia de Vampiros, porém existe uma legião de leitoras que adora a série. Além de não ter lido a série, nunca li um spin-off. Já confessado esses dois pontos, digo, que estava morrendo de vontade de ler algo sobre vampiros e ler um tal spin-off.

09/11/2013

Náuseas


Acordo cedo, todos na rua que passo ainda estão com luzes desligadas. A névoa deixa todos adormecidos, enroscados em seus cobertores-problemas. Os monstros ameaçam as mentes juvenis, mas as mentes superfalhas adulterianas não ficam longe do medo, da ambição e da ganância. Sinto náuseas da sociedade que julga, que julga sem conhecer, sem saber. Sinto dores quando vejo alguém que odeia a vida, que só fala em problemas ou doenças. Me adoece ver pessoas deixarem de sorrir para chorar, ou sorrirem só por comprar, comprar e comprar. A cada dia a felicidade está sendo injetada por bens materiais, por amores de uma noite só e por ah, nada melhor não é? Dinheiro. 

Os valores ancestrais estão perdidos, estão desgastados. Estão na pele da população idosa e, isso é uma pena: saber que não tem mais solução para algo que já está totalmente perdido. Como diz Karl Marx: É o fetichismo de produtos e reificação de pessoas. Estamos usando pessoas e amando as coisas. Sempre implorando por algum lançamento, por um iphone dá hora, por algo mais avançado, por um tênis que o preço não cabe no bolso. Você parece que quer comprar não é para você, mas para mostrar que tem aquilo. Isso parece te fazer melhor do que as outras pessoas. Muitas vezes não compra porque necessita, mas sim, para aumentar esse seu ego e esse seu desejo de ter tudo. 

Hodiernamente meus dedos estão feridos, meus olhos estrábicos estão ficando cegos. Meus ouvidos estão cada vez mais surdos e minha voz a cada dia fica mais silenciosa. Meus sentidos estão se atrofiando. As redes sociais foram feitas para "socializar", elas vão te socializar com você dentro de casa, dentro do quarto, escondido.

Estou congelado no tempo, me construo tecnologicamente erroneamente incompleto. Sinto medo do que estamos sujeito para um futuro próximo. Minhas mãos estão cansadas, minhas mãos estão cansadas... assim como aquela música Vou deixar que você se vá, amizade, carinho e amor. Mas na música eles dizem: "Não há mais por que lutar." Todos os dias acordo querendo algo melhor para mim, tento me aproximar do calor de um abraço ou sorrisos desvirtuais. 

Estou com dor de cabeça, mas um analgésico qualquer não vai resolver. 

05/11/2013

Meu interior

©
Sinto o toque de um piano acústico sob o meu coração. São batidas fracas, leves e ordinárias. Vejo as pétalas ainda muito verde caindo no chão e se esfarelando ali mesmo com o passar de tempo. Sigo a ventania que fecha meus olhos, por estar forte demais, deixo me levar para um lugar que nem imagino existir. Aposento meu piano, fico ouvindo música no meu Ipod, já todo ralado das quedas. Parece que os sons sabem o que estou sentindo, todo o sentimento organizado e padronizado dentro de mim está se misturando e, rodando rodando rodando. Não me reconheço, nem quero. Gosto do ar de mudança, desse ar de se libertar. E por fim, escrevo, escrevo tudo aquilo que não consigo falar, mas que, fica preso dentro do invólucro de um coração fraco e bobo.

03/11/2013

Editora Wish, a mais nova editora brasileira


Eis que surge mais uma Editora pra alegrar os leitores brasileiros. A Wish é uma editora que busca novos horizontes mais amplos para a literatura brasileira e estrangeira.
Wish é a palavra em inglês que significa desejo. A escolha dessa palavra tão significativa porque traduz exatamente o anseio por viajar dentro dos livros. É o desejo do leitor, do autor, e da editora. Todos juntos formando a Wish, nascida dos sonhos de fazer parte da literatura.

01/11/2013

Resenha: "A 5ª onda", de Rick Yancey


Autor: Rick Yancey
Editora: Fundamento
Páginas: 368
Avaliação: ★★★★★
Série: Quinta Onda, volume 01.

Não sou muito fã de espaçonave, seres cabeçudos, dedos cumpridos e verde. Minhas concepções não são muito tangíveis em relação a extra-terrestres,  sempre achei algo muito apático os seres de outro mundo. Eis que surge mais uma distopia - quando distopia já se torna algo simples - com uma proposta alienígena.  Duas coisas me levaram a ler o livro: 1 a capa perfeita e 2 todo mundo estar falando bem. Além de uma capa bonita na estante fui presenteado com uma escrita viciante, feroz, espetacular e interativa. Meus dois conceitos: que distopia já estava dando no papo e o dos aliens foram quebrados no mesmo momento em que:

1º Onda: apagam-se as luzes. 
2º Onda: começa a arrebentação. 
3º Onda:  pestilência; 
4º Onda: inicia-se o silêncio.

Encenado em um mundo pós-apocalíptico, a confiança e a segurança andam em caminhos contrários. Onde você mata por fast-foods, aprende desde cedo a matar, porque de duas uma: você mata ou você morre. Desde a  Chegada a Terra se tornou um mundo de dúvidas e incertezas. Mas isso é o de menos, quando você está de confronto com uma escrita tão crível quanto a de Rick.
"Antes de achar você, pensei que a ultima forma de me manter inteiro era encontrando um motivo para viver. Não é assim. Para continuar inteiros, é preciso encontrar alguma coisa pela qual se esta disposto a morrer!"
O apreço sobre a protagonista se deve a sua voz já calada ou aos seus sentidos já evoluídos de transpor o mundo em sua volta, as perdas, ou melhor, um desabafo melancólico e nostálgico de tudo que se foi com a aparição de uma raça mais futurista. Carrie é uma personagem que só sofre durante a maior parte do livro, mas é devido sua personalidade comoda, remansada e autoritária que o leitor é conquistado; Somos apresentados a diversos personagens construídos intelectualmente de uma forma digna e divergente - que facilitam mais uma vez o apego ao livro publicado pela Editora Fundamento, em 2013. 

O romance é um ingrediente indispensável para um livro cheio de ação, através dele o leitor vai se encontrar ainda mais conectado com o livro . É um romance dosado, cativante e... Nas 368 páginas muitas coisas me lembraram Jogos Vorazes, como o instinto sanguinário que o autor tem de matar as personas - e até agora não matou alguém que eu goste, por sorte. 
"Isso parece loucura. Estou Louca? Perdi a cabeça? Só se poder dizer que alguém está louco se houver outra pessoa que é normal. Como o bem e o mal. Se tudo fosse bom, nada seria mau. Loucura: a nova normalidade."
O leitor é acometido e tem que se acostumar com a leitura rápida e instigante  - que maltrata e faz pedir bis. A verdade é que não existem conceitos que possibilitem uma realçada descrição da obra de Rick Yancey, seu texto é denso, bem narrado, bem contato e cheio de vontade de entreter o leitor com uma história espacialmente magnifica. 

O primeiro de uma trilogia de sucesso - que já dá para sentir - trás uma temática que pode fazer você chorar por toda a perda, que pode ter fazer sorrir pela irônicas e as piadas que o autor introduz nos capítulos, que pode te fazer ficar com a raiva devido as injustiças; mas, uma coisa pode-se ter certeza é um livro que você pode rejeitar no começo, mas quando ele te conquistar você não vai repensar 3x, 4x ou 5x em querer reler o livro e sobreviver toda a ação novamente. 

Desculpa, mas você não pode deixar de adicionar A 5ª Onda na sua estante - e aumentar ainda mais suas dívidas. Esse livro pode entrar nos seus favoritinhos na ala de distopias e também na de uma escrita infalível, contagiante e sagaz. Se você não gostar da trama, sinto muito, mas esses personagens vão pegar você de uma forma desconhecida e te sufocar de empolgação para os dois próximos livros. 
Porque, se eu for a última, então eu sou a Humanidade.
E se essa for a última guerra da Humanidade, então eu sou o campo de batalha.

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