24/05/2012

A necessidade desse blog

Em 1911, Ricciotto Canudo estabeleceu o "Manifesto das Sete Artes": A Música, a Pintura, a Escultura, a Arquitetura, a Literatura, a Coreografia e o Cinema. Mas somente em 2012 veio se estabelecer uma conexão com um blog não-tão-famoso. A aleatoriedade do nome sofreu a influência de uma cantora norte-americana e distúrbios de um leitor assíduo. Morar em Júpiter e atravessar oceanos de terras, são coisas bem simples para um leitor do Sete Coisas, mas é mais fácil ainda aceitar as sete coisas que podem trazer a felicidade - seja um por jovem que mora no interior de uma cidade grande ou para um fazendeiro no meio da cidade-que-não-dorme; me identifico no segundo caso, literalmente.


entretenimento
A praticidade de pegar uma brochura e viajar por terras desconhecidas e a possibilidade de conhecer personagens iguais a gente - apesar de serem fundamentadas a partir da massa cinzenta de outras pessoas - conquistam maior espaço aqui no blog, livros não são tudo o que uma pessoa pode ter, mas são quase tudo. O dinheiro é todo desfrutado em livros e, não há possibilidade de ficar sem falar do assunto literário.
Não a necessidade em desabafar, porém de escrever. Não são simplesmente coisas. Mas vários pergaminhos perdidos e debutados durante o século XXI. Foi buscando um portal mágico, uma máquina no tempo, explodiu-se o Sete Coisas. Um lugar não muito real, mas que dá solavancos através de desabafos: a procura de uma felicidade existente somente dentro do nosso cerne - apesar das diversos livros lidos, que é quase a mesma coisa - e uma sociedade satiricamente instável. 

Ser jovem: Jovens nunca se sentem completamente cheios, precisam se satisfazer a cada minuto, a cada segundo. Precisam ser amados até quando estão querendo ficar só. Tornam-se rebeldes, loucos e verdadeiros apreciadores do tempo, da vida, do milésimo do momento. As disparidades que constituem esse ser são contraditórias, as vezes eficazes e geralmente únicas. Terceira 'coisa', pois sobrevivem de acordo com um guia cujo título é a liberdade. 


Comportamentos: Esse quarto tópico foge um pouco da realidade e concepção dos outros tópico. Amigos, amizade é o fruto de tudo. Seja ruim ou seja bom, é sempre forçoso ter alguém do lado: na queda ou na subida. Por vínculos afetivos formamos grandes sonhos, capacidades, valores e qualidades. Aprendemos coisas ruins e coisas boas, colhemos efeitos positivos, mas em sua maioria - no mundo atual - efeitos negativos. Porém a gota de esperança, talvez 1%, em poder confiar ainda comanda o senso sentimento do nosso corpo. Porque amigo é amigo e caba da peste é caba da peste. 
Quais são as suas sete coisas?
Mãe, pai, Deus, dinheiro, família, amor, amigos... a indescritibilidade é inevitável numa dessas perguntas, porque o homem está sempre mudando, seus valores e suas 'importantices' são deixado com a poeria do tempo e são esquecidos com os anos de universo. Talvez as sete coisas que você viu aqui em cima, daqui a sete dias, sete meses ou sete anos já possam ter mudado (menos os livros). A última pergunta é difícil de responder?
E talvez seja essa a função de Sete Coisas na minha vida (e também na sua): responder as perguntas sem respostas, encontrar da forma simples a simplicidade de ter amigos e de sorrisos idiotas. Saber aproveitar com pouco dinheiro e realizar os grandes sonhos de uma maneira prática. Talvez o Sete Coisas, seja o meu ponto de fuga e quero tornar ele um ponto de fuga de muitos outros! 

23/05/2012

Ser estranho é legal

19/05/2012

Resenha: "O Corcel Negro", de Walter Farley


Este livro conta a história de um jovem chamado Alec Ramsay, que conhece um dos animais mais impressionantes do mundo, um corcel indomável. Alec conhece o belo animal quando está a bordo de um navio e durante a viagem, há uma tempestade e o navio naufraga. Ramsey consegue se salvar graças ao belo corcel, mas acabam perdidos numa ilha deserta. Os dois descobrem uma amizade eterna e só Alec consegue manter o corcel calmo, graças a isso superam juntos muitos desafios. Quando voltam para casa, Alec carrega seu belo cavalo consigo.

Alec & Negro, espécies tão diferentes e tão iguais. Como já dito na sinopse da resenha. Alec voltando da casa do seu tio, que fica na Índia, ele voltou no mesmo navio do corcel, Negro. Desde pequenino Alec apreciava os cavalos, tento um sonho de montar em um. Negro é um cavalo raro e selvagem, assim, é um cavalo menos domesticado e mais agitado. Voltando para casa, o navio onde o cavalo e o menino estavam após uma tempestade, sofre um naufrago. O menino preso em uma corda junto ao cavalo foi salvo, e passou a morar em uma ilha. Onde cada vez mais começou a se aproximar do corcel, e assim o cavalo começou a se apegar cada vez mais pelo menino. Finalmente de volta para casa, Alec e Negro tornam-se inseparáveis. O menino se revela um jóquei nato e, com a ajuda do treinador Henry Dailey, se prepara para competir com o corcel na corrida do século.

Primeiro eu peguei o livro, porque eu li errado. Li assim "O cordel negro" só que depois que reli o nome, fiquei meio desinteressado, mas acabei pegando o livro. Não vou mentir, eu amei o livro. Porém, ficou um pouco chato da metade do livro pro final. É uma leitura super rápida e de fácil compreensão. Quando eu estava lendo até fiquei com vontade de subir em um cavalo e correr, sem parar. Juro que esse foi o segundo livro que li depois de Marley e Eu que fala sobre animais. O livro é maravilhoso, é uma aventura bem feita e "recheada" de detalhes.

Eu não conhecia o autor, mas Walter mexe muito com o sentimental, ele provoca o leitor. E achei bem interessante a técnica de como ele descreve a história, ele não enrolou muito, fazendo com que a história fosse bem rápida. Esse livro mostra que não é impossível conviver por mais que um animal seja "selvagem". Traz uma história simples sem surpresas no seu desenvolvimento, singelo mas com uma carga dramática e filosófica.

10/05/2012

C r ia tiv idad e.

02/05/2012

Simples, assim.




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