Umas palavras

19 Nov 2017


Gostaria de fazer alguns updates sobre como as coisas tem sido, só para dizer que ainda estou vivo e também para que eu possa entender alguns motivos de existir.







UMAS PALAVRAS







___ 




Faltam alguns poucos dias para então me formar na faculdade e eu nem acredito nisso, é uma contagem regressiva com fim. E junto com o final da faculdade vem a chegada de um ano novinho em folha, 2018, numa mistura de desejo e vontade e não sei o que será da minha vida agora pra frente. Porém chegar nessa etapa da minha vida me deixa feliz, principalmente por não precisar ir a aula a noite e chegar bem tarde em casa.

Das coisas que estou animado para fazer é limpar meu quarto (e minha vida), tirar alguns livros que nunca mais vou ler, vender algumas roupas que não tem mais sentido, encaixotar coisas para doação e coisas que não me preenchem positivamente. Desacumular. Ainda nessa perspectiva, de mudanças, planejo voltar para as rede sociais, após 6 meses de ausência. Sinto que estou pronto, espero estar pronto na verdade.

A fotografia tem perdido o sentido para mim nos últimos dias e eu não sei o que veio ocasionar isso, porém o Que seja nu. fará que eu me posicione novamente para umas das coisas que faz ser quem eu sou, o projeto será sobre nu artístico e histórias, estou ansioso e com medo.  Planejo não voltar apenas com a fotografia nesta nova etapa, mas também com a escrita, com o design, com as leituras:  posso até concordar com meu mapa astral, sou uma pessoa muito ligada a arte; não produzir algo, mesmo que bem pequeno me mata aos pouquinhos.

Obviamente este blog estará nessa nova etapa da minha vida e planejo reestruturar tudo por aqui daqui alguns dias, aos poucos, primeiro irei mudar no mundo físico e tentar transportar para o mundo virtual. Creio que tudo começará com um novo layout e uma nova proposta de um blog cada vez mais pessoa, então aguardem por isso.

Resumindo, estou meio ansioso com tudo e ao mesmo tempo não sei o que estou fazendo da vida. Fico me perguntando sobre os sentidos, o capitalismo, consumismo, tenho mudado de visual, coloquei piercings, estou usando aparelho, mudei o cabelo e estou com uma nova perspectiva de mudar o mundo ou pelo menos tentar mudar um pouquinho o (meu) mundo.

Estou feliz e não estou, acontece com vocês também esse mistifório de emoções? 

Resenha: "The Kiss of Deception", de Mary E. Pearson

23 Oct 2017

The Kiss of Deception
Crônicas de Amor e Ódio, livro 01
Mary E. Pearson
Dark Side
406 páginas
Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?

Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.

Uau! Eu não poderia começar de outra forma. The Kiss of Deception é o primeiro volume da trilogia de As Crônicas de Amor e Ódio, que por sinal e aparentemente, só conseguirei largar ao ler os três. Com uma narrativa viciante, empolgante e muito bem escrita, Mary E. Pearson me deixou fascinada pela história da princesa Lia.

Lia é a princesa de Morrighan, um reino cheio de tradições e, claro, muitos deveres. Entre os deveres impostos a ela, que obviamente não tinha qualquer direito de opinar - mesmo tratando-se de sua própria vida - estava o de casar-se com um príncipe de outro reino, o reino de Dalbreck, para conquistar mais alianças e poder. Porém, com apenas 17 anos, Lia não estava disposta a casar com alguém que nunca vira e que possivelmente tinha o triplo de sua idade. Dessa forma, tratou de planejar uma fuga com a sua criada e melhor amiga, Paulline. Juntas, elas conseguem fugir bem no dia do casamento, quando já não havia outra forma de livrar-se daquilo que Lia achava um absurdo, já que sempre sonhou em casar-se por amor.



Em meio à fuga as duas passam por maus bocados, dormindo muito pouco e se alimentando muito mal, tentando não deixar rastros para que o pai - com certeza enfurecido - não as achasse. Mesmo sendo apenas só as duas, elas conseguem chegar a Terravin e lá começam uma nova vida. Agora, Lia e Paulline são apenas criadas de uma pensão, nada além disso. E Lia consegue sentir finalmente o gosto da liberdade.

Porém, o que não estava nos planos de Lia, era que seu coração logo seria tomado pela paixão. Após surgirem dois homens muitos bonitos na pensão em que ela trabalhava e apresentarem-se como Rafe e Kaden, sua vida tomou mais cor, afinal ambos eram lindos e gentis e ambos despertavam nela a vontade de flertar, apesar de estar mais inclinada a um deles. O que ela não sabia, nem haveria de descobrir tão cedo, é que um era o príncipe que ela estava destinada a casar-se e o outro um assassino mandado para matá-la e ambos sabiam que era ela a princesa e jogavam seus próprios jogos para atraí-la.




Em meio a toda essa confusão, fui sugada pra dentro da história de uma forma que a muito tempo não acontecia. Na metade do enredo, a autora faz uma reviravolta na história que me deixou chocada e amando ainda mais. O livro é incrível e os personagens apaixonantes, além das edições serem riquíssimas com capas muito belas - o que é marca registrada da Dark Side. Com certeza, me tornei fã da trilogia e da autora, tornou-se favorito.

Resenha: "Crash - Quando a paixão explode", de Nicole Williams

15 Oct 2017

Crash - Quando a paixão explode
Crash, livro 1
Nicole Williams
Editora Essência
365 páginas
Southpointe High é o último lugar no qual Lucy gostaria de cursar o último ano de escola. Isso até o momento que ela encontra Jude Ryder, um garoto cujo nome é quase um verbo, além de um sinônimo para problemas. Ele tem uma ficha maior que um tese de conclusão, e já teve seu nome suspirado, gritado e praguejado por mais mulheres que Lucy tem coragem de saber, além de viver em uma casa para garotos problemáticos onde ser problemático parece ser um status para os moradores. Lucy teve uma criação estável, e vive para usar as sapatilhas de bailarina, além de ter em seu futuro a certeza de ir para Juilliard, tentando se manter longe de problemas. Até agora.
Jude é aquilo que ela precisa evitar se ela quiser separar seu passado de seu futuro. Ficar longe, ela vai acabar descobrindo, é a única coisa da qual ela é incapaz.
Para Lucy Larson e Jude Ryder, amor vai acabar sendo aquilo que vai destruí-los..

Crash é o primeiro volume de uma trilogia de romance que acabou me tirando de uma DPL (lê-se depressão pós-livro) das bravas! Lucy, a personagem principal da trama, virou uma das minhas personagens favoritas, enquanto Jude tornou-se meu mais novo bad boy favorito. E isso é incrível, considerando como está difícil ler pra mim ultimamente e a rapidez que engoli cada página dessa história.




A família de Lucy não é a mesma desde que seu irmão faleceu. O pai vive em outro mundo e a mãe fechou-se em uma bolha de proteção que tornou-a arrogante e bastante difícil de lidar. Pra completar todo o caos que a vida de Lucy havia se tornado, ela precisou mudar de escola - justo no último ano do ensino médio - e tudo que ela queria era suportar aquele ano e passar em uma faculdade que lhe permitisse viver seu grande amor: o ballet. Desde que sua vida tomou esse rumo horrível, a dança era o que a fazia suportar todo o peso que seus ombros carregavam. Porém, Jude cruzou o caminho de Lucy e obviamente, trouxe muitos outros problemas pra vida dela.

Jude Ryder é o sinônimo perfeito para problemas. Muitos problemas. Lindo, com todas as meninas em volta babando por ele - ou chorando por ele, após levarem um pé na bunda -, vivendo em um abrigo para menores desajustados e com uma ficha criminal de no mínimo duas folhas. Apesar de saber de todas essas características e entender claramente que Jude é o tipo de menino que ela precisa evitar, Lucy não consegue dizer não para o desejo louco que a persegue desde a primeira conversa entre os dois, onde Jude deixou explícito que ela devia se manter afastada, porque ele não era o cara ideal pra ninguém.



O romance entre os dois é cheio de altos e baixos. Tudo que podia dar errado pros dois, deu. Em meio a muito amor e desejo, o passado dos dois volta pra assombra-los e segredos horríveis são revelados, prometendo nunca deixar o amor dos dois em paz. O final é surpreendente de muitas maneiras e me deixou em choque, todo o drama desenvolvido pela autora me deixou sem acreditar, fugindo totalmente do clichê, foi uma surpresa maravilhosa ler Crash.

***

Livro oferecido através de parceria com a Editora.

O sumiço é verídico

23 Sep 2017


Olá pessoas que leem o melhor blog do Brasel, vocês devem ter percebido que a frequência de postagem aqui diminuiu 90%. Não há muito segredo, quem me acompanha em outras redes sociais (insta ou facebook) deve ter percebido que sumi de ambas e continuei mantendo apenas o twitter para reclamar da faculdade e de algumas outras coisas sobre a vida, são 140 caracteres de desabado, faz bem. Voltando ao assunto o motivo maior, sem dúvidas, foi o excesso. Excesso de informação, excesso de tempo nas redes sociais e excesso na frente de telas. O segundo motivo plausível é a pior etapa, assim dizem, da faculdade: trabalho de conclusão de curso, cujo todas as minhas palavras  (e forças) estão sendo redigidas para esse bendito. 

Agora que explicado os dois motivos, peço para não desistirem de mim pois logo estou de volta. Uma vez ou outra sairão resenhas aqui, mas postagens com foco pessoal irão demorar mais um tico </3. Beijo.

Resenha: "Correndo para você", de Rachel Gibson

18 Sep 2017

Correndo para você
Lovet, Texas, livro 04
Rachel Gibson
Editora Jardim dos Livros
248 páginas
Stella Leon é uma bela mulher. Aos vinte e oito anos ela já viveu muitas aventuras em Miami, onde vive e trabalha como garçonete. Brigas, sensualidade e rock'n roll fazem parte de sua rotina. Mas o que está prestes a acontecer colocará sua vida de pernas pro ar!
Um homem misterioso (e lindo) está à sua procura. Ele traz notícias de um passado que Stella não quer lembrar, e para onde não pretende voltar de jeito nenhum.
Por que ela deveria deixar tudo pra trás e ir com ele para o interior do Texas? Por algum motivo, Stella confia nele. Por alguma razão ela se sente totalmente quente perto dele...

Correndo para você é a história quatro da série de livros de Rachel Gibson com romances que se passam no Texas. É uma daquelas séries que podem ser lidas em qualquer ordem, o que particularmente adoro. O livro conta a história de Stella, uma garçonete de uma boate de transexuais que torna suas noites produtivas e divertidas - afinal as drags dão boas gorjetas e de brinde bons conselhos sobre homens. Aos 28 anos, Stella só pensa em ganhar seu próprio dinheiro como sempre fez e ser independente, ficando longe de encrencas e homens - ou seja, mais encrenca. Tudo começa a dar errado quando um homem misterioso entra na boate, o que para Stella devia ser somente um engano - pois ele parecia ser bastante hetero - para ele era só mais um dia de trabalho.



Ao deixar a boate, depois de seu expediente, Stella é abordado pelo dono do bar e seu patrão, que queria força-la a aceitar um convite de sair como sua acompanhante. Se vendo em um situação completamente desconfortável, ela é salva por Beau, o cara estranho que havia entrado na boate e que por acaso sabia seu nome e muitas outras coisas sobre ela. Acontece que, como Stella descobriria logo após Beau apagar o seu chefe, que ele estava alí por causa dela. Ela era o seu trabalho.



Beau havia ido encontrá-la à mando de Sadie, sua irmã mais velha por parte de pai, a quem ela apenas conhecia de longe, pois nunca haviam sido apresentadas. O choque de Stella foi enorme, afinal sonhou durante toda a infância em conhecer a irmã, ao mesmo tempo em que morria de medo de se decepcionar, pois a maioria das pessoas não gostavam dela nos primeiros encontros. Com medo, Stella decide não ir ao encontro da irmã, porém ao acordar com batidas na porta à mando do seu chefe, ela sentiu-se obrigada a pedir ajuda de Beau, que tirou-a de lá e a levou em direção ao Texas, onde sua irmã morava.




A relação de Stella e Beau foi complicada desde o primeiro momento. Tendo que viajar juntos de carro até o Texas, a tensão só aumentou. Como ela descobriria ao longo da convivência com ele, Beau era um fuzileiro que sabia o que queria desde a infância quando ele o irmão gêmeo viam o pai em sua profissão, o que o deixava com uma aparência ainda mais dura. Porém, a ligação entre eles surgiu naturalmente, afinal ambos eram jovens, bonitos e cheios de complicações. Ela viveu a vida inteira sem um pai e ele odiava o pai que tinha. Além disso, mesmo sem confessarem um ao outro, ambos tinham o mesmo pensamento sobre o sexo e ambos queriam guardar-se para alguém especial. Obviamente, isso não poderia dar certo.

Esse é um daqueles livros levinhos de romance, um young adult fofo e rápido de ler. Rachel Gibson é pedida certa em caso de DPL (depressão pós-livro) e me ajudou a sair de uma bravíssima. Uma história muito bem construída e com um final super fofo e emocionante.

***

Livro oferecido através de parceria com a Editora.

Sobre a necessidade de escrever

7 Sep 2017


Já, talvez, seja a décima vez que começo a escrever essa postagem, quero dizer, é a segunda vez que começo a escrever esse texto, mas já tentei parafrasea-lo milhares de vezes: para falar os últimos ocorridos, as tramas dos últimos meses e as expectativas que estão sendo criadas durante os dias. A medida que sinto que preciso sentar aqui e escrever, penso que deveria estar fazendo outra coisa, como estudar ou conhecer alguém novo ou apenas ficar deitado na minha cama.  

A vida tem seguido um ritmo que não estou feliz, a medida que conheço mais pessoas percebo o quão distante estou delas, percebo que há uma frieza nas mensagens escritas através dos aplicativos, falo isso no quesito amoroso mesmo. Eu queria muito, sabe, ouvir uma música e pensar em alguém, escrever um texto sobre alguém, sobre o beijo, sobre saudade e sobre qualquer outra coisa. Não pela necessidade de amar alguém, mas pela necessidade de que exista amor, que exista amor ao conhecer uma nova pessoa e que, consequentemente, exista amor ao permitir ser conhecido. Nas milhares de vezes que tenho sentado para escrever, minha vontade passa, porque nunca fui muito bom em escrever ficção. 

Faz algum tempo que não saio com amigos, que não vou tomar um café, que não tiro fotos e talvez grande parte disso seja culpa minha, é claro, mas outra parte disso também são as pessoas em que depositei um pedaço de expectativa. Esse texto, que era inicialmente sobre a necessidade de escrever, se tornou um grande desabafo resumido em a distância construída entre as pessoas só está acontecendo comigo? 

Resenha: "Príncipe Partido", de Erin Watt

4 Sep 2017

Príncipe Partido
The Royals, livro 02
Erin Watt
Editora Essência
352 páginas
Reed tinha tudo na vida: beleza, status e dinheiro. As garotas da sua escola matariam para sair com ele, os caras queriam ser como ele, mas Reed nunca tinha dado a mínima para nada disso. Nem para a família. Até que Ella Harper apareceu na sua vida. Quando Ella chegou à mansão dos Royal, o que ele mais queria era que a nova hóspede sumisse, mas ela o conquistou e, agora, Reed irá fazer de tudo para mantê-la por perto. Ella lhe dá segurança, lhe transmite paz, o aconchega... sensações que há muito tempo não sentia. Porém Reed comete um deslize e Ella se afasta por completo, trazendo caos à família Royal. Reed vê seu mundo desmoronar e toda a esperança de viver um romance com Ella desaparece. A garota dos sonhos de Reed não quer mais saber dele, porque sabe que se ficarem juntos, isso vai destruí-los. Ella pode estar certa. 'Príncipe partido' é a aguardada continuação de 'Princesa de papel'.

Depois de muita espera, eis que me chega Príncipe Partido, o segundo livro da série The Royals. Obviamente, muito rápido, larguei todas as outras leituras e devorei esse livro que superou todas as minhas expectativas. Ella e Reed estão juntos, felizes e vivendo um romance às escondidas. Desde que ela chegou á mansão dos Royal e roubou o coração de todos eles - que no início a queriam fora dalí - a tensão sexual entre os dois era palpável e foi inevitável a aproximação dos dois, que logo se entregaram ao que estavam sentido. Porém, como naquela família nada poderia ser tão fácil, a relação dos dois desmorona quando Brooke - a então ex namorada do pai dos Royal - anuncia que está grávida e que há chances de o pai da criança ser Reed. Acontece, que Reed realmente havia feito a burrada de manter relações sexuais com Brooke, acreditando que fazendo isso estaria punindo o pai, dessa forma, ele realmente poderia ser o pai da criança.



Depois da bomba que Brooke joga sobre eles, Reed fica sem reação, enquanto Ella só pensa em fugir o mais rápido possível da dor que estava sentido, desaparecendo da vida daquela família que ela imaginou já fazer parte. Ella desaparece e os Royal desmoronam. East, Gid e os gêmeos condenam Reed de ser o responsável pelo desaparecimento de Ella, que para eles realmente já era como uma irmã. Enquanto o investigador da família procura por Ella, Reed e os irmãos se metem em confusões, frustrados pela situação que viviam.


Easton continua com seus problemas com apostas e com Reed no ringue as lutas clandestinas continuam a todo vapor, enquanto isso Gid está mantendo um caso forçado com uma mulher odiável e os gêmeos Seb e Saw dividem a namorada. Callum, o pai, se vê amarrado mais uma vez à Brooke, que após manipular Reed consegue sua ajuda para que o pai a chamasse a viver com eles novamente. Com a ameaça iminente de viver para sempre sendo mandando por Brooke, sem o amor de Ella e tendo que viver sem o apoio dos irmãos, Reed luta por uma saída e se nega a desistir de recuperar a confiança de Ella.



Esse segundo volume foi intenso do início ao fim. As autoras conseguiram deixar a história ainda mais interessante, conseguindo contar a história de todos os personagens de forma a encaixar peças que no primeiro volume ficaram sem respostas. Até a última página me encontrei sem fôlego e correndo pra chegar ao final e conseguir respirar. Me enganei. O final é surpreendente e angustiante de enlouquecer o leitor, deixando milhares de dúvidas e a sensação de que tudo está de cabeça para baixo. A curiosidade sobre como as autoras criaram o desfecho da história está me matando e há muito tempo essa sensação não me consumia. De fato, The Royals, me conquistou oficialmente.



Leia também o outros volume da série:
The Royals #1: Princesa de Papel

***

Livro oferecido através de parceria com a Editora.